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Charge da semana

Por Schmock

charge da semana - schmock - 23012025
Charge da semana — 24/1/2025 | Foto: Schmock

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6 comentários
  1. Fabiano Vilas Boas
    Fabiano Vilas Boas

    Há 4 anos atrás, foi o Bolsonaro.
    Hoje, é o Lula.
    Será a Michele a próxima?

  2. Ricardo Villas
    Ricardo Villas

    Lula afundou com seus atos e suas falas insensatas. É um homem desprezível e indígno, todos sabiam. No entanto, o país sofreu um golpe devastador pelas mãos do STF que reabilitou um ladrão para ocupar a Presidência da República numa campanha eleitoral sórdida onde o TSE escancaradamente apoiou um lado. Esse golpe está marcado na História do Brasil e será corrigido um dia!

  3. Inteligencia Artificial
    Inteligencia Artificial

    O POVO BRASILEIRO SEMPRE SERA O BOBO DA CORTE, A IDEOLOGIA NEFASTA TEM ATE UM PARTIDO POLITICO NO BRASIL, O PARTIDO COMUNISTA, TODO O HISTORIAL DE ATROCIDADES NAO FOI SUFICIENTE PARA QUE ESSES LIXOS DA HUMANIDADE FOSSEM VARRIDOS DEFINITIVAMENTE DA POLITICA BRASILEIRA. DEFENSORES DE PEDOFILOS, ABORTISTAS, WOKE E TODO UM ROSARIO DE LIXO EXISTENCIAL
    O livro negro do comunismo não busca justificar ou encontrar causas para os atos cometidos sob a bandeira do comunismo. Tampouco pretende ser mais um capítulo na polêmica entre esquerda e direita, discutindo fundamentos ou teorias marxistas. Trata-se, sobretudo, de lançar luz a um saldo estarrecedor de mais de sete décadas de história de regimes comunistas: massacres em larga escala, deportações de populações inteiras para regiões sem a mínima condição de sobrevivência, fome e miséria que dizimaram milhões, enfim, a aniquilação de homens, mulheres, crianças, soldados, camponeses, religiosos, presos políticos e todos aqueles que, pelas mais diversas razões, se encontraram no caminho de implantação do que, paradoxalmente, nascera como promessa de redenção e esperança.
    “…os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo”. Usando estimativas não oficiais, apresenta um total de mortes que chega aos 94 milhões. A estimativa do número de mortes alegado por Courtois é a seguinte:
    • 20 milhões na União Soviética
    • 65 milhões na República Popular da China
    • 1 milhão no Vietname
    • 2 milhões na Coreia do Norte
    • 2 milhões no Camboja
    • 1 milhão nos Estados Comunistas do Leste Europeu
    • 150 mil na América Latina
    • 1,7 milhões na África
    • 1,5 milhões no Afeganistão
    • 10 000 mortes “resultantes das ações do movimento internacional com

    Em edição revisada e com capa nova, O livro negro do comunismo traz uma vasta e complexa pesquisa — os locais, as datas, os fatos, os carrascos, as vítimas contadas às dezenas de milhões na URSS e na China, e os milhões em pequenos países como a Coreia do Norte e o Camboja. Além disso, a obra é amparada por um encarte de 32 páginas com cerca de 80 imagens e por mapas que situam e oferecem ainda mais embasamento ao leitor.

    Publicado originalmente na França, no momento em que a Revolução de Outubro de 1917 completava 80 anos, O livro negro do comunismo logo se tornou sucesso de livraria, com enorme repercussão, e deflagrou diversas polêmicas. Com mais de um milhão de exemplares vendidos no mundo e traduzido para mais de 25 idiomas, O livro negro do comunismo se consagrou e segue como uma obra referencial em estudos sobre o tema até os dias atuais, desempenhando um papel fundamental na compreensão das tragédias e complexidades do século XX.

    A grande fome de Mao
    por Frank Dikötter (Autor)

    Este relato é uma reformulação fundamental da história da República Popular da China. Com riqueza de detalhes, pesquisa e um texto pontual, Frank Dikötter expõe um importante período da história chinesa e mostra que, em vez de desenvolver o país para se equiparar às superpotências mundiais, comprovando assim o poder do comunismo — como Mao imaginara —, o Grande Salto Adiante na verdade foi um passo gigante e catastrófico na direção oposta. O país virou palco de um dos assassinatos em massa mais cruéis de todos os tempos: pelo menos 45 milhões de pessoas morreram de exaustão, fome ou vítimas de abusos mortais das autoridades. Descortinando as maquinações cruéis nos corredores do poder e o cotidiano da população comum, A grande fome de Mao dá voz aos mortos e esquecidos.

  4. José Maria (Zema)
    José Maria (Zema)

    Melhor charge da Oeste até hoje! O anão diplomático também é o bobo da corte!

  5. O BELFORROXENSE
    O BELFORROXENSE

    Muito boa a charge! Parabens! ‘Luladrão – mentiroso da corte’

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