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Chanceleres de EUA e China se reúnem em meio a tensões por Taiwan

Expectativa é que um encontro entre os presidentes norte-americano e chinês possa ser marcado para novembro

Chanceleres taiwan
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, e o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, nesta sexta-feira em Nova Iorque | Foto: Reprodução/YouTube

Em Nova Iorque para participar da Assembleia Geral anual da Organização das Nações Unidas (ONU), o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, e o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, se encontraram nesta sexta-feira, 23, em clima de cordialidade, mesmo com a tensão entre os dois países motivada pela situação de Taiwan.

Os dois chanceleres não se encontravam desde julho, quando se mostraram dispostos a retomar o diálogo bilateral. Porém, em agosto, a presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, viajou para Taiwan, provocando a ira de China, que considera a ilha parte de seu domínio e condena as relações diretas de outros países com Taiwan. Com a visita, o Partido Comunica Chinês deu início a uma série de exercícios militares ao redor da ilha, usando munição real e disparando mísseis.

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Agora, passado mais de um mês do início das tensões e depois do encontro dos chanceleres, o Departamento de Estado, por meio de porta-voz, afirmou que, segundo o secretário Antony Blinken, “é fundamental para a segurança e a prosperidade regional e mundial preservar a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan”.

Já o ministro chinês, em um discurso na quinta-feira 22, expressou a reprovação da conduta dos EUA em relação a Taiwan. “A questão de Taiwan está se tornando o ponto de tensão mais arriscado nas relações EUA–China”, disse ele. “Se mal administrada, pode devastar as relações bilaterais. A China tem o direito de defender a unificação do país”, acrescentou.

Também na quinta-feira, Wang se encontrou, em Nova Iorque, com o enviado norte-americano do clima, o ex-secretário de Estado John Kerry. Depois da visita de Nancy Pelosi, a China, em retaliação, tinha suspendido a cooperação ambiental com os EUA.

No domingo 18, em uma entrevista, o presidente norte-americano, Joe Biden, disse estar pronto para intervir militarmente, caso a China ataque Taiwan. A Casa Branca, por sua vez, informou que nada tinha mudado na política em relação à China.

As conversas desta sexta-feira, porém, podem estabelecer uma possível primeira reunião entre Biden e seu colega chinês, Xi Jinping, provavelmente em novembro, em Bali, paralelamente à cúpula do G20.

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3 comentários
  1. Finlab
    Finlab

    Lula tem acenado com várias propostas de cunho esquerdista radical em 2022, tais como revisão de privatizações, descontrole de gastos públicos, aumento de impostos volta da CPMF, libertação de bandidos, apoio financeiro a Cuba e Venezuela, perseguição a membros da Operação Lava Jato e partidos de oposição (direita), banimento de jornais e emissoras de oposição e maior abertura da economia brasileira ao capital chinês, inclusive à colaboração militar.

    Em termos geopolíticos, Lula presidente afasta o Brasil dos EUA e nos aproxima da China e da Rússia, que têm interesse em colocar mais bases militares na América do Sul, Atlântico Sul e Pacífico.

    Lula não pode ser eleito e, caso seja eleito, deve-se providenciar alguma maneira de impedi-lo de assumir.

  2. Bolso Mito
    Bolso Mito

    O chinês nem estendeu os braços para cumprimentar o americano, e sua linguagem corporal mostra que está se lixando para os EUA.

    Biden é vácuo no poder.

  3. Adriano J.M Ferreira
    Adriano J.M Ferreira

    Nós EUA et assim eles não acabam um guerra e quer começar outra

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