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Bolívia: candidato de esquerda é alvo de pedrada depois de votar; vídeo

Apelidado de 'herdeiro de Evo Morales', Andrónico Rodríguez foi atacado com pedras por manifestantes, mas não se machucou

Andrónico Rodríguez tem o apelido de 'herdeiro de Evo Morales' | Foto: Divulgação/Senado da Bolívia
Andrónico Rodríguez tem o apelido de 'herdeiro de Evo Morales' | Foto: Divulgação/Senado da Bolívia

Depois de votar em Entre Ríos, região de Cochabamba, na Bolívia, o candidato presidencial Andrónico Rodríguez, de 36 anos, enfrentou atos hostis, neste domingo, 18. Ele foi alvo de pedras lançadas por manifestantes ao deixar o local de votação, em meio a tumulto e gritos, mas não sofreu ferimentos.

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O incidente ocorreu na mesma escola próxima à qual, dias antes, houve a detonação de um cartucho de dinamite, que não provocou danos. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral do país, Oscar Hassenteufel, disse que o episódio não comprometeu o andamento das eleições.

Trajetória Rodríguez e cenário eleitoral na Bolívia

Rodríguez, presidente do Senado e apelidado de “herdeiro de Evo Morales”, iniciou sua trajetória política depois do serviço pré-militar e de graduação em ciências políticas na Universidade Mayor de San Simón. O candidato, que rompeu com o ex-presidente Evo Morales e com o Movimento ao Socialismo (MAS), legenda dominante desde 2005, integra a Aliança Popular.

Considerado parte da nova liderança camponesa, Rodríguez não conseguiu votos necessários para avançar ao segundo turno. Pela primeira vez desde 2006, nenhum candidato do MAS conseguiu chegar à fase final da disputa.

Divulgados na noite deste domingo, 17, os resultados preliminares de boca de urna da Ipsos-Ciesmori e da Captura Consulting apontam dois nomes da direita na corrida pelo Palácio Quemado, em outubro: Rodrigo Paz, senador de centro-direita pelo Estado Tarija, e o ex-presidente Jorge “Tuto” Quiroga.

Leia também: “Lula empurra o Brasil para o lado errado da história”, artigo de Adalberto Piotto publicado na Edição 283 da Revista Oeste

Enquanto a direita vive sua ascensão, o campo da esquerda é o retrato do fracasso em meio a uma combinação de fatores políticos e econômicos desastrosos. O país enfrenta inflação acima de 20%, tem queda nas reservas internacionais e desabastecimento de combustíveis.

O milionário Samuel Doria Medina, favorito em todas as pesquisas até uma semana atrás, terminou em terceiro, com mais de 19%. A sequência da votação trouxe, em ordem, Andrónico Rodríguez (8,2%), ex-discípulo de Morales; Manfred Reyes Villa, da aliança de centro-direita APB-Sumate (7,1%); e o candidato governista Eduardo del Castillo (3,2%), ex-ministro do atual presidente Luis Arce. Os demais candidatos não chegaram a 2%.

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3 comentários
  1. Inteligencia Artificial
    Inteligencia Artificial

    Certamente nasceu em Andromeda KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.
    O livro negro do comunismo não busca justificar ou encontrar causas para os atos cometidos sob a bandeira do comunismo. Tampouco pretende ser mais um capítulo na polêmica entre esquerda e direita, discutindo fundamentos ou teorias marxistas. Trata-se, sobretudo, de lançar luz a um saldo estarrecedor de mais de sete décadas de história de regimes comunistas: massacres em larga escala, deportações de populações inteiras para regiões sem a mínima condição de sobrevivência, fome e miséria que dizimaram milhões, enfim, a aniquilação de homens, mulheres, crianças, soldados, camponeses, religiosos, presos políticos e todos aqueles que, pelas mais diversas razões, se encontraram no caminho de implantação do que, paradoxalmente, nascera como promessa de redenção e esperança.
    “…os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo”. Usando estimativas não oficiais, apresenta um total de mortes que chega aos 94 milhões. A estimativa do número de mortes alegado por Courtois é a seguinte:
    • 20 milhões na União Soviética
    • 65 milhões na República Popular da China
    • 1 milhão no Vietname
    • 2 milhões na Coreia do Norte
    • 2 milhões no Camboja
    • 1 milhão nos Estados Comunistas do Leste Europeu
    • 150 mil na América Latina
    • 1,7 milhões na África
    • 1,5 milhões no Afeganistão
    • 10 000 mortes “resultantes das ações do movimento internacional com

    Em edição revisada e com capa nova, O livro negro do comunismo traz uma vasta e complexa pesquisa — os locais, as datas, os fatos, os carrascos, as vítimas contadas às dezenas de milhões na URSS e na China, e os milhões em pequenos países como a Coreia do Norte e o Camboja. Além disso, a obra é amparada por um encarte de 32 páginas com cerca de 80 imagens e por mapas que situam e oferecem ainda mais embasamento ao leitor.

    Publicado originalmente na França, no momento em que a Revolução de Outubro de 1917 completava 80 anos, O livro negro do comunismo logo se tornou sucesso de livraria, com enorme repercussão, e deflagrou diversas polêmicas. Com mais de um milhão de exemplares vendidos no mundo e traduzido para mais de 25 idiomas, O livro negro do comunismo se consagrou e segue como uma obra referencial em estudos sobre o tema até os dias atuais, desempenhando um papel fundamental na compreensão das tragédias e complexidades do século XX.

    A grande fome de Mao
    por Frank Dikötter (Autor)

    ””(QUANDO NAO HÁ BASTANTE PARA COMER, AS PESSOAS MORREM DE FOME. É MELHOR DEIXAR METADE DAS PESSOAS MORREREM, PARA QUE A OUTRA METADE POSSA SE SACIAR. )”” MAO TSÉ-TUNG …
    Nao tem como aplicar o “”AD Hominem “” , esse individuo foi um DEMONIO.

    Este relato é uma reformulação fundamental da história da República Popular da China. Com riqueza de detalhes, pesquisa e um texto pontual, Frank Dikötter expõe um importante período da história chinesa e mostra que, em vez de desenvolver o país para se equiparar às superpotências mundiais, comprovando assim o poder do comunismo — como Mao imaginara —, o Grande Salto Adiante na verdade foi um passo gigante e catastrófico na direção oposta. O país virou palco de um dos assassinatos em massa mais cruéis de todos os tempos: pelo menos 45 milhões de pessoas morreram de exaustão, fome ou vítimas de abusos mortais das autoridades. Descortinando as maquinações cruéis nos corredores do poder e o cotidiano da população comum, A grande fome de Mao dá voz aos mortos e esquecidos.

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