A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã realizou ataques contra navios mercantes no Estreito de Ormuz neste sábado, 18, segundo autoridades internacionais e centros de monitoramento marítimo.
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Relatórios mostram que ao menos três embarcações sofreram disparos durante a travessia. O centro marítimo do Reino Unido informou que tiros atingiram petroleiros na região.
Diante da escalada, cerca de 20 navios-tanque interromperam a passagem e retornaram em direção a Omã, segundo informações divulgadas pela imprensa internacional.
Estreito de Ormuz volta a registrar ataques
O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã afirmou que o país passará a controlar o tráfego no Estreito de Ormuz até o fim definitivo do conflito em curso.
Armadores e corretores relataram que embarcações haviam negociado previamente o pagamento de taxas para atravessar a região. Ainda assim, o acesso foi negado, o que levou à interrupção das rotas.
Impactos na navegação
A Índia manifestou preocupação com o episódio e informou que duas embarcações com bandeira do país estiveram envolvidas nos ataques.
O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas globais de transporte de petróleo. Qualquer restrição na região afeta diretamente o fluxo de navios e o abastecimento internacional.
Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump afirmou que o governo acompanha a situação e disse que as negociações com o Irã seguem em andamento, mas ressaltou que o país “não pode chantagear” os EUA. Segundo ele, os diálogos avançam, apesar do aumento da tensão na região.
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O Irã retomou neste sábado o fechamento do Estreito de Ormuz e elevou a tensão internacional. A decisão ocorre em meio à manutenção do bloqueio naval dos Estados Unidos a portos iranianos.
Um representante militar afirmou à agência estatal Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, que as Forças Armadas passaram a monitorar de forma rigorosa a passagem pela região.
Segundo o porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbia, o país manterá restrições à navegação enquanto persistir o bloqueio norte-americano. Ele afirmou que o Estreito de Ormuz voltou a operar sob controle direto das Forças Armadas iranianas.
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