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Argentina de Milei tem superávit fiscal de US$ 1,1 bilhão em fevereiro

País avança na meta de déficit zero da gestão liberal; ministro da Economia: 'resultados fortalecem compromisso com a ordem'

acordo Argentina
Bandeira da Argentina | Foto: Bernardo Brandolin/Pexels

O governo da Argentina anunciou, nesta segunda-feira, 17, que o país alcançou um superávit fiscal primário de US$ 1,1 bilhão em fevereiro. O valor equivale a cerca de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), conforme dados do Ministério da Economia.

Essa conquista reforça a promessa do presidente, Javier Milei, de alcançar o déficit zero, em meio aos desafios econômicos deixados por gestões anteriores.

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Durante os 14 meses de sua administração, a Argentina registrou superávit fiscal em 13 meses. O dado evidencia o compromisso contínuo de Milei para equilibrar as contas públicas.

Além disso, em fevereiro deste ano, o setor público obteve um superávit financeiro de 310,73 bilhões de pesos, o que corresponde a 0,1% do PIB. O ministro da Economia, Luis Caputo, destacou a importância desses resultados.

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“Fortalece ainda mais o compromisso do nosso presidente Javier Milei e de toda a sua equipe de governo com a ordem fiscal”, disse o chefe da pasta, em publicação no X. “[A ordem fiscal é] Uma âncora fundamental do programa econômico e uma condição necessária para uma economia robusta, que gere empregos de qualidade e sustente a recuperação dos salários e da renda ao longo do tempo.”

Primeiro superávit orçamentário em 14 anos

14 medidas Milei
Milei adotou a motosserra como símbolo de corte de gastos do governo | Foto: Reprodução/Twitter/X

Em 2024, a Argentina alcançou seu primeiro superávit orçamentário anual em 14 anos, graças a políticas rigorosas de controle de gastos.

O governo de Milei reduziu significativamente as despesas públicas, incluindo cortes em pagamentos de pensões. A ação é parte de uma estratégia para conter a inflação e estabilizar a economia.

Leia também: “O PIB dopado”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 260 da Revista Oeste

Caputo enfatizou que o superávit é uma “âncora fundamental do programa econômico” do governo. Além disso, que é uma condição necessária para desenvolver uma economia robusta, que gere empregos de qualidade e sustente a recuperação dos salários e da renda ao longo do tempo.

O posicionamento do ministro da Economia da Argentina

“Em fevereiro de 2025, o Setor Público Nacional registrou um superávit primário de US$ 1.176.915 milhões e um superávit financeiro de US$ 310.726 milhões, acumulando nos dois primeiros meses do ano um superávit primário de aproximadamente 0,5% do PIB e um superávit financeiro de 0,1% do PIB. Da mesma forma, os pagamentos líquidos de juros sobre participações intra-setor público totalizaram US$ 866,189 bilhões, dos quais aproximadamente 70% corresponderam a compromissos com o Fundo Monetário Internacional.

O superávit nos dois primeiros meses foi alcançado depois do término do Imposto PAIS em dezembro. Vale destacar que esse imposto arrecadou recursos equivalentes a 0,2% do PIB no mesmo período em 2024.

Este resultado foi obtido após ter atingido em 2024 o primeiro superávit financeiro anual em 14 anos, e o maior em 16 anos, honrando também todas as obrigações contraídas pelo Setor Público Nacional.

O cuidado com as contas públicas desde o início da gestão permitiu ao Governo Nacional atender rapidamente as famílias afetadas de Bahía Blanca, sem recorrer a dívidas ou emissão monetária.

Este resultado só reforça o compromisso do nosso Presidente, Javier Milei, e de toda a sua equipe de governo com a ordem fiscal, âncora fundamental do programa econômico e condição necessária para uma economia robusta, geradora de emprego de qualidade e recuperação de salários e renda de forma sustentada ao longo do tempo.”

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3 comentários
  1. Felipe Polido Fernandes
    Felipe Polido Fernandes

    Paraguai e Argentina no caminho certo, e nós ficando pra trás

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