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Série sobre Ayrton Senna é a produção nacional mais cara da história da Netflix

Produção, lançada no final do último mês, é vista internamente como um divisor de águas para o audiovisual

Foto de divulgação da série Senna
Gabriel Leone é o protagonista de Senna | Foto: Divulgação/Netflix

A série sobre Ayrton Senna, que teve seus episódios lançados pela Netflix no final de novembro, se tornou uma das produções mais caras da história da plataforma, e a mais cara da história quando se consideram apenas conteúdos nacionais.

De acordo com informações do jornal O Globo, Senna custou cerca de R$ 250 milhões aos cofres do gigante do streaming e contou com 15 mil pessoas envolvidas, entre equipe técnica, elenco, coadjuvantes e pós-produção.

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Nos bastidores, a ideia é que o seriado da Netflix sobre Ayrton Senna seja um divisor de águas no streaming nacional, com grande potencial para se tornar um grande sucesso comercial aqui e lá fora.

“Nosso sonho é que essa seja a obra de maior repercussão no audiovisual. Produzida a partir do Brasil, mas com alcance global. É impressionante como 30 anos após sua morte Ayrton Senna ainda é visto como grande exemplo em todo o mundo”, disse o produtor Fabiano Gullane.

Foto de Gabriel Leone em cena da série Senna
Gabriel Leone em uma das cenas de Senna | Foto: Divulgação/Netflix

Intérprete de Ayrton Senna na Netflix fala sobre o papel no seriado

A produção da Netflix, em seis episódios, com direção de Vicente Amorim e Julia Rezende, contou com Gabriel Leone como intérprete do piloto, considerado um dos maiores velocistas de todo os tempos da Fórmula 1.

Em entrevista ao jornal, o ator contou como foi a sua preparação para o papel e revela que passou quase um ano falando como paulista no seu dia a dia. “O sotaque eu decidi botar na minha vida, então eu fiquei o ano passado inteiro falando como paulista”, contou Gabriel Leone.

“Eu queria que isso estivesse muito orgânico em cena. Não queria me preocupar em fazer um sotaque e eventualmente errar. Quis que isso estivesse fluido”, disse ele, relatando que analisou muito Ayrton Senna para poder viver o papel.

“Prestei muita atenção nos olhos do Ayrton. O olhar dele sempre disse muito, sempre foi muito expressivo. Foi o meu ponto de encontro com essa alma, com a essência”, completa.

Leia mais detalhes sobre a notícia no site TV Pop, parceiro editorial da Revista Oeste

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