A estreia do programa No Alvo, prevista para esta segunda-feira, 14, no SBT, pode ser suspensa em razão de uma disputa judicial. Pablo Marçal, confirmado como o primeiro convidado da atração, se arrependeu da entrevista que concedeu e pediu para a Justiça censurar a exibição do episódio.
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Segundo informações do site TV Pop, o ex-candidato à Prefeitura de São Paulo revogou a autorização assinada no dia da gravação, que garantia à emissora o uso da imagem do empresário de forma permanente.
Disputa entre Pablo Marçal e SBT ganha repercussão pública
A situação foi revelada durante o programa Turma do Ratinho, na emissora de rádio Massa FM. “Pablo Marçal está entrando na Justiça para impedir que o programa vá ao ar”, afirmou o apresentador Ratinho. “Parece que tem uma liminar para proibir a veiculação do programa”, completou o produtor Murilo Bordoni.
Advogados do SBT tentam reverter a situação, mas Marçal manteve a ação judicial. Segundo o TV Pop, o SBT não tem alternativas prontas para substituir a estreia de No Alvo.
O único episódio editado e aprovado é justamente o que conta com Pablo Marçal. A equipe responsável pelo programa No Alvo também trabalha no Fofocalizando, o que inviabiliza a produção de outro material em tempo hábil.
Outras controvérsias do programa No Alvo
Essa não foi a primeira controvérsia que o programa No Alvo causou antes da estreia. Em junho, o ex-governador de São Paulo João Doria abandonou a gravação da entrevista depois de ser indagado sobre o vazamento de um suposto vídeo íntimo com várias mulheres.

Dória disse que foi procurado por diretores e produtores do SBT depois de deixar a gravação. Os profissionais pediram desculpa, mas ele adiantou que não dará entrevistas para o programa novamente e disse que não permitirá a exibição do material gravado.









































com esse pedido de censura ele encerrou sua carreita politica, assim como o calcinha
Gente hipócrita como esse pessoal da direita não existe igual. Para falar dos outros sempre espalham tudo que é mentira quando indagam alguma verdade deles saem correndo de uma reportagem ou proíbem de exibir a reportagem. Não escapa um.
Um frouxo, mentiroso e camaleão. Se fosse para expor podres dos outros, como fez na campanha, seria normal. Pedir p justiça proibir é pura hipocrisia