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Estilista ficou feliz com o assassinato de Kirk — e acabou demitida

Zazá Pecego trabalhava para a Vogue Brasil, revista mantida pelo Grupo Globo em parceria com a editora norte-americana Condé Nast

zezé pecego x charlie kirk
A estilista Zezé Pecego afirmou, logo depois da morte de Charlie Kirk, que amava ver 'fascistas' morrendo 'agonizando' | Foto: Montagem/Revista Veja/Reprodução/Redes sociais

Diante da notícia da morte do ativista conservador Charlie Kirk, a estilista Zazá Pecego resolveu se manifestar. Em postagem no Instagram, não escondeu a felicidade com o assassinato ocorrido em 10 de setembro, nos Estados Unidos. “Amo quando fascistas morrem agonizando”, afirmou. O comentário a fez perder o emprego no Grupo Globo.

Zazá integrava a equipe da revista Vogue Brasil. Na publicação, ela tinha o cargo de stylist sênior. A demissão dela ocorreu três dias depois da morte de Kirk, mas só se tornou pública em 15 de setembro.

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A Vogue Brasil é fruto da parceria do Grupo Globo com a empresa de comunicação norte-americana Condé Nast.

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Antes de demitir a estilista, a direção da Vogue Brasil se manifestou nas redes sociais. Em postagem, a revista afirmou que “a liberdade de expressão não pode cruzar a fronteira do respeito”. O veículo de comunicação mantido pelo Grupo Globo ainda garantiu que opiniões “não devem desrespeitar a vida e a integridade física de qualquer pessoa”.

Demitida, Zazá tentou se justificar. Afirmou que a postagem não era referente a Kirk, mas à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ela se apresentou como vítima, dizendo-se perseguida por “políticos e páginas da extrema direita”. A estilista desempregada não abriu o seu post para comentários.

Demissão de estilista e título do g1 sobre Kirk

A postagem da estilista Zazá Pecego não foi a única polêmica a envolver o Grupo Globo e o homicídio de Kirk. Num primeiro momento, ao reportar que o ativista havia sido baleado, o site g1 o classificou como membro da “extrema direita”. Depois, a chamada foi mudada para “conservador e apoiador de Trump”.

Outras abordagens da imprensa brasileira na cobertura do crime contra o influenciador norte-americano são destacadas na reportagem “Vítimas da intolerância”. É a matéria de capa da Edição 288 da Revista Oeste.

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