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Economia

Vendas no varejo caem 4,2% em julho

Índice de Atividade Econômica Stone Varejo mostra que Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso estão entre os Estados com os piores números

varejo brasileiro
Movimetação do comércio nas lojas da SAARA (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), centro do Rio de Janeiro | Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

As vendas no varejo caíram 4,2%, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o Índice de Atividade Econômica Stone Varejo.

A lista, divulgada nesta sexta-feira, 11, apresenta dados da movimentação no setor. O boletim mostra que, em relação ao mês anterior, o indicador segue estável.

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O levantamento da Stone avalia seis segmentos do varejo:

  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, perfumaria e cosméticos;
  • Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo;
  • Livros, jornais, revistas e papelaria;
  • Móveis e eletrodomésticos;
  • Tecidos, vestuários e calçados; e
  • Material de Construção.

Dos seis segmentos analisados na pesquisa, três registraram alta no volume de vendas, no comparativo anual: livros, jornais, revistas e papelaria (1,8%), móveis e eletrodomésticos (0,8%), além de tecidos, vestuário e calçados (0,6%).

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Os demais segmentos não conseguiram alcançar resultados positivos. Houve queda no setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (4,9%), material de construção (1,4%), artigos farmacêuticos, médicos e ortopédicos, perfumaria e cosméticos (0,7%).

O desempenho do varejo brasileiro por Estados

Seis Estados registraram alta, na comparação ano a ano: Amazonas (17,3%), Minas Gerais (5,%), Rondônia (3,2%), Acre (3,1%), Mato Grosso do Sul (2,6%) e Espírito Santo (0,3%).

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Entre as Regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, a maior queda ocorreu nos Estados do Paraná (7,5%), Rio Grande do Sul (6%) e Mato Grosso (3,9%). No Norte e no Nordeste, os Estados mais afetados foram Alagoas (7,3%), Roraima (6,7%) e Rio Grande do Norte (5,9%).

Inflação voltou a subir

A inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou julho com alta de 0,12%, ante um recuo de 0,08% em junho. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a informação na manhã desta sexta-feira, 11.

A taxa acumulada pela inflação no ano ficou em 2,99%, de acordo com o IBGE. O resultado acumulado do IPCA em 12 meses foi de 3,99% até julho, maior que a taxa de 3,16% até junho e acima da mediana das projeções de analistas, de 3,93%.

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