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Economia

'Prévia do PIB', IBC-Br fica estagnado em abril, com variação de 0,01%

Número veio muito abaixo das expectativas do mercado

Economistas responderam pesquisa do Banco Central sobre juros | Foto: Marcello Casal/Agência Brasil
Pesquisa da Reuters indicava projeção de crescimento de 0,45% em abril | Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

A prévia do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, medida pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), teve variação positiva de 0,01% em abril na comparação ao mês anterior. A comparação foi feita com ajuste sazonal.

O dado foi divulgado nesta sexta-feira, 14. Em março, o IBC-Br caiu 0,36% em relação a fevereiro.

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O número veio muito abaixo das expectativas do mercado. A pesquisa da agência de notícias Reuters, por exemplo, indicava uma projeção de crescimento de 0,45% em abril.

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Em abril, o IBC-Br subiu 4,01% em relação ao mesmo mês de 2023, sem ajuste sazonal. Nos últimos 12 meses, a economia cresceu 1,81%. No acumulado de 2024, a expansão foi de 2,08%.

Trajetória do índice

O PIB do Brasil é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mede trimestralmente a produção de bens e serviços do país. Já o IBC-Br, criado pelo Banco Central (BC), acompanha dados da produção nacional com maior frequência.

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O IBC-Br considera estimativas para setores como indústria, serviços e agropecuária, mas não inclui dados de demanda, como consumo familiar e governamental.

O índice do BC também auxilia o Comitê de Política Monetária (Copom) na definição da taxa básica de juros.

Segundo o último Boletim Focus, divulgado na segunda-feira 10, a previsão é de alta de 2,09% no PIB do Brasil em 2024. Para 2025, a expectativa é de um aumento de 2%.

A estagnação da atividade em abril ocorreu apesar da alta das vendas das varejistas e do volume de serviços.

Leia também: “Fiesp estima impacto de quase R$ 40 bi no PIB por enchentes no RS”

O peso, no entanto, ficou por conta da produção industrial, que iniciou o trimestre com queda maior do que a esperado em abril, de 0,5%.

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