O preço do petróleo voltou a ultrapassar a marca de US$ 100 nesta quarta-feira, 22, mas perdeu força ao longo da manhã. Por volta das 9h30, o barril era negociado perto de US$ 99, com alta de 0,8%.
O barril Brent iniciou o dia próximo de US$ 98. A cotação caiu para US$ 96,56 durante a madrugada e, em seguida, passou a subir. Às 5h30, atingiu US$ 100,39, com valorização de 1,94% em relação ao fechamento anterior, antes de recuar novamente.
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Nesta terça-feira, 21, o contrato também superou os US$ 100, mas encerrou o dia a US$ 99,06. O movimento ocorreu depois de os Estados Unidos anunciarem a extensão do cessar-fogo com o Irã.
O presidente Donald Trump informou que manteve o bloqueio no Estreito de Ormuz, rota que concentra cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás. O Irã restringe o tráfego na região desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, e permite apenas a passagem de embarcações autorizadas.
Empresas do setor relatam queda de 95% no fluxo de navios, que antes registrava média diária de 140 passagens.
Petróleo dita ritmo distinto entre Europa e Ásia
A instabilidade manteve os mercados financeiros em cautela. As principais bolsas europeias operavam próximas da estabilidade pela manhã. O índice Euro STOXX 600 registrava leve queda de 0,07%, enquanto Frankfurt recuava 0,14%, Londres caía 0,09% e Paris perdia 0,34%. Madri apresentava baixa de 0,57%, e Milão subia 0,03%.
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Na Ásia, os índices fecharam em alta na maioria dos mercados. O CSI300 avançou 0,66% e alcançou o maior nível desde 14 de janeiro. Em Xangai, o SSEC subiu 0,52%. Tóquio e Seul registraram ganhos de 0,4% e 0,46%, respectivamente. Em contrapartida, Hong Kong encerrou o dia com queda de 1,22%.





































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