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Economia

Medidas da Haddad são um 'equívoco extraordinário', diz entidade

O presidente da Fiemg afirma que a maneira que governo federal busca o equilíbrio fiscal gera insegurança jurídica aos contribuintes

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Haddad recebeu críticas por parte do presidente da Fiemg | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, disse, na quinta-feira 28, que medidas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, são um “equívoco extraordinário”. Para ele, a maneira que governo o busca o equilíbrio fiscal em 2024 gera insegurança jurídica aos contribuintes.

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“O Congresso já havia se manifestado sobre a desoneração da folha de salários e, infelizmente, a sanha arrecadadora faz com que o ímpeto em cima dos contribuintes aumente, inclusive penalizando aqueles setores que mais empregam”, disse Roscoe. “Essa desoneração é sobre o trabalho.”

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‘A sanha arrecadadora faz com que o ímpeto em cima dos contribuintes aumente’, diz Roscoe | Foto: Divulgação/Fiemg

Segundo o presidente da Fiemg, a decisão por parte do governo Lula de limitar a compensação tributária anual para empresas com decisões judiciais fere os direitos adquiridos. Roscoe disse que “agora a empresa ganha, e não pode se compensar”. “É um equívoco extraordinário.”

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Executivo critica posição do governo sobre tributos em sites internacionais

O novo salário mínimo entra em vigor a partir do dia 1º de janeiro de 2024 e já considera as novas regras para valorização do piso | Foto: Reprodução/Freepik
Roscoe diz espera ter interlocução urgente com o governo sobre o assunto | Foto: Reprodução/Freepik

Roscoe criticou a ausência de um posicionamento por parte do governo federal com a isenção de tributação a plataformas internacionais de comércio eletrônico. Segundo ele, enquanto o trabalhador e o produtor brasileiro pagam mais impostos, aqueles que produzem no exterior não pagam nada.

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“Quem trabalha no Brasil para imposto e vem sendo chamado para pagar mais imposto a todo momento para cobrir o déficit fiscal, mas quem produz no exterior não paga imposto”, disse o executivo. “Esse é um equívoco que precisa ser corrigido e esperamos ter interlocução urgente com o governo.”

A crítica por parte do presidente da Fiemg ocorreu no mesmo dia em que o governo federal, por meio do ministro Haddad, informou que irá retomar, de forma gradual, a oneração da folha de pagamento nos 17 setores que mais empregam no país — medida que impacta diretamente a indústria mineira e a indústria de todo o Brasil.

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2 comentários
  1. Rosely M G Goeckler
    Rosely M G Goeckler

    Atenção revisão!
    Título/ manchete: creio q seria “de” Haddad, em vez de “da”!

  2. Rosely M G Goeckler
    Rosely M G Goeckler

    É linda a expressão “equívoco extraordinário”!

    Tão suave!

    Demissões à vista? Ora, “o amor venceu”!

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