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Economia

Ipea sobe projeção de inflação do Brasil para 4,4% em 2024

Instituto diz que ambiente econômico brasileiro está 'menos favorável'

Inflação na cidade de São Paulo subiu em janeiro | Foto: Tara Clark/Unsplash
Inflação na cidade de São Paulo subiu em janeiro | Foto: Tara Clark/Unsplash

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) subiu a projeção de inflação para este ano de 4% para 4,4%. As informações constam em um relatório publicado nesta quinta-feira, 26.

A análise também elevou as estimativas do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 3,8% para 4,2%.

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No estudo, o Ipea avalia que o ambiente inflacionário brasileiro tem se tornado menos favorável, o que aumenta as expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) e para o INPC.

O instituto também cita alguns fatores que sinalizam um processo de desinflação mais lento do que o projetado no último trimestre.

Entre eles, estão o impacto do desempenho da atividade sobre o mercado de trabalho aquecido, a aceleração dos preços dos serviços livres, os efeitos da desvalorização cambial e novos focos de pressão sobre os preços de alimentos e combustíveis.

Em agosto, a inflação brasileira registrou alta de 4,2% em 12 meses, puxada, especialmente, pelos reajustes de serviços livres e dos preços administrados.

“Ainda que em menor intensidade, as altas apontadas pelos alimentos e pelos bens industriais refletem a aceleração dos preços, agrícolas e industriais, no atacado”, diz o Ipea.

“Isso reflete o aumento dos custos de matérias-primas, originados tanto pela aceleração das cotações das commodities no mercado internacional, quanto pela forte desvalorização cambial”, acrescenta o instituto, em nota.

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Ipea vê alta na inflação de bens industriais e de serviços livres

O estudo também relacionou a revisão das projeções à piora na trajetória dos serviços livres, dos bens industriais e dos preços administrados.

Em relação à alimentação no domicílio, considerando a pressão causada pelos efeitos da seca sobre a produção de cereais, carnes, frutas e legumes, a taxa de inflação prevista passou de 5,9% para 5,6%.

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Já a expectativa para o índice de bens industriais e de serviços livres subiu de 2,1% e 4,6% para 2,4% e 5%, respectivamente.

Por fim, a estimativa para a inflação dos preços administrados em 2024 também foi revista para cima, de 4% para 4,7%, impulsionada pelo aumento dos combustíveis e da energia elétrica.

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1 comentário
  1. FORA LULA
    FORA LULA

    ué.. .quem está errado? o primeiro damo disse que o sensacional momento que o braziu aproveita é fruto de trabalho e dedicação do desguvernu… (tá lá no site da cnn).

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