publicidade
Economia

Greve atinge 100% das plataformas da Bacia de Campos e refinarias da Petrobras

Estatal tenta evitar impactos na produção e no abastecimento

Plataforma da Petrobras na Bacia de Campos, no litoral fluminense | Foto: Divulgação/Petrobras
Plataforma da Petrobras na Bacia de Campos, no litoral fluminense | Foto: Divulgação/Petrobras

A greve dos petroleiros da Petrobras alcançou 100% de adesão nas plataformas da Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro. O movimento impacta da mesma forma refinarias, terminais e outras unidades operacionais da estatal. A paralisação entrou em seu terceiro dia consecutivo e representa uma das mais abrangentes dos últimos anos, segundo entidades sindicais.

De acordo com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), todas as plataformas em operação na Bacia de Campos aderiram à greve, envolvendo tanto empregados da Petrobras quanto trabalhadores terceirizados. Além disso, o movimento se estendeu a refinarias em diferentes regiões do país, bem como a instalações da Transpetro, subsidiária responsável pela logística de combustíveis.

Receba nossas atualizações

Greve atende a diversas reivindicações

Os petroleiros protestam contra pontos do Acordo Coletivo de Trabalho que, na avaliação da categoria, não atendem às demandas apresentadas. Entre as principais reivindicações estão mudanças nos planos de cargos e salários, críticas aos equacionamentos de déficits dos fundos de previdência e a defesa do fortalecimento da Petrobras como empresa estatal integrada.

A paralisação ganhou força depois de os sindicatos considerarem insuficientes as propostas apresentadas pela companhia nas rodadas de negociação. Representantes dos trabalhadores afirmam que o movimento busca recuperar direitos e barrar medidas que, segundo eles, prejudicam os empregados e a própria estrutura da empresa.

Leia também: “Nau sem rumo”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 300 da Revista Oeste

Em nota, a Petrobras informou que respeita o direito de greve e mantém canais de diálogo abertos com as entidades representativas. A estatal afirmou ainda que acionou planos de contingência para garantir a segurança das instalações e a continuidade das operações essenciais. O objetivo é evitar impactos relevantes na produção de petróleo e no abastecimento de combustíveis.

Até o momento, não há registro de desabastecimento no mercado interno, segundo fontes do setor. A empresa sustenta que as medidas adotadas têm permitido manter o funcionamento mínimo das unidades afetadas, apesar da adesão total na Bacia de Campos.

+ Leia mais notícias de Economia na Oeste

Leia mais sobre:

4 comentários
  1. Plínio de Assis Tavares Junior
    Plínio de Assis Tavares Junior

    Bem feito por apoiarem o regime corrupto.😄

  2. Messias Rodrigues Pereira
    Messias Rodrigues Pereira

    Vão fazer o L de novo, o povo brasileiro gosta de sofrer ou tem um QI muito baixo. Talvez não seja culpa deles e sim do csbeça de ovo de avestruz e da manipulação das urnas.

  3. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Vamos lá operários, mais uma vez fazer o L 🤡

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.