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Economia

Governo tem déficit de quase R$ 32 bilhões em fevereiro

Dados do Tesouro Nacional foram divulgados nesta quinta-feira, 27

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou em entrevista coletiva que o déficit nas contas públicas registrado em 2024 foi inferior às projeções do mercado ao longo do ano | Foto: Reprodução/Flickr
No acumulado do ano até fevereiro, o Governo Central registrou superávit de R$ 53,184 bilhões | Foto: Reprodução/Flickr

As contas do governo central registraram déficit primário em fevereiro. Nesse mês, a diferença entre as receitas e as despesas ficou negativa em R$ 31,673 bilhões. O resultado sucedeu ao superávit de R$ 84,9 bilhões em janeiro. Já em fevereiro do ano passado, o déficit foi de R$ 58,3 bilhões.

As contas do governo central compreendem o balanço do Tesouro Nacional, da Previdência Social e do Banco Central.

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  • Tesouro Nacional: déficit de R$  8,73 bilhões;
  • Previdência: déficit de R$ 22,95 bilhões; e
  • Banco Central: superávit de R$ 9 milhões.

No acumulado do ano até fevereiro, o governo central registrou superávit de R$ 53,184 bilhões, o melhor resultado do atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em igual período do ano passado, esse mesmo resultado era positivo em R$ 21,195 bilhões, em termos nominais.

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Em fevereiro, as receitas tiveram alta de 2,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado, houve alta real de 3,1%. Já as despesas caíram 12,6% em fevereiro, já descontada a inflação, em comparação com o mesmo período do ano passado. No acumulado destes dois meses, a variação foi negativa em 4,8%.

Em 12 meses, déficit chega a R$ 13,2 bilhões

É essencial esclarecer que o valor do antigo fundo PIS-Pasep não está relacionado ao abono salarial atual | Foto: Reprodução/Flickr
Em fevereiro, governo central do Brasil ficou com as contas no vermelho | Foto: Reprodução/Flickr

Em 12 meses até fevereiro, o governo central apresenta déficit de R$ 13,2 bilhões, equivalente a 0,09% do Produto Interno Bruto (PIB). Desde janeiro de 2024, o Tesouro passou a informar a relação entre o volume de despesas sobre o PIB, uma vez que o arcabouço fiscal busca a estabilização dos gastos públicos.

No acumulado dos últimos 12 meses até fevereiro, as despesas obrigatórias somaram 17% em relação ao PIB, enquanto as discricionárias do Executivo alcançaram 1,56% em relação ao PIB no mesmo período.

Para 2025, o governo almeja um resultado primário neutro (0% do PIB), permitindo uma variação de 0,25 ponto porcentual para mais ou menos, conforme estabelecido no arcabouço. O limite seria um déficit de até R$ 31 bilhões. O limite de despesas para 2025 é fixo em R$ 2,249 trilhões neste ano.


Redação Oeste, com informações da Agência Estado

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3 comentários
  1. Ralf Pol
    Ralf Pol

    Aguardando os posts sempre cordiais, construtivos e pertinentes de Léo, Antônios, Felipe e quetais, para defender o indefensável, incapazes que são – na sua infantilidade – de reconhecer seus equívocos e ilusões…
    Mas talvez nem apareçam por aqui, já que bilhões de déficit não são importantes diante da sua superior moralidade…

  2. Carlos Brito
    Carlos Brito

    SE A INTENÇÃO DO CACHAÇA É AFUNDAR O PAÍS, ESTA CONSEGUINDO !!!!!

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