A gestora norte-americana The Yield Lab está levantando US$ 50 milhões (R$ 240 milhões) para investir no primeiro unicórnio agro do Brasil, como são chamadas as startups que atingem avaliações bilionárias.
Desde 2019, a gestora já investiu em 18 startups da área do agronegócio em seis países da América Latina — cinco desses investimentos foram em empresas brasileiras.
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“Acredito que o primeiro unicórnio agro da América Latina vai sair do Brasil”, disse o irlandês Kieran Gartlan, diretor-executivo da Yield, ao portal NeoFeed em reportagem publicada nesta quarta-feira, 25.
Nessa fase, o objetivo da empresa é ampliar o valor do investimento e ser mais abrangente. A intenção é aplicar até US$ 1,5 milhão entre 25 e 30 startups na América Latina. Cerca de 40% dos recursos do fundo devem ser gastos no Brasil.
Fundada em 2014 em Saint Louis, em Missouri, região agrícola dos Estados Unidos, a Yield Lab está presente no Brasil, na Argentina, no Chile e vai começar a operar no México.
Atualmente, a gestora atua com fundos regionais na Europa e na Ásia, além dos EUA e da América Latina. Já captou mais de US$ 200 milhões e investiu em aproximadamente 90 startups do agronegócio.
No portfólio, estão empresas como a norte-americana Lepidext, a irlandesa CarbonSpace e a indiana Fasal. No Brasil, apostou nas startups Seedz, TerraMagna, Agroforte, Voa e @Tech.
Em 2021, as startups brasileiras do agronegócio receberam mais de US$ 100 milhões em investimentos, segundo dados do Distrito, um ecossistema independente de startups. Em 2022, os valores aplicados já somam quase US$ 55 milhões.
Leia também: “A nova face do agronegócio”, reportagem publicada na edição 112 da Revista Oeste





































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