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Economia

Federação que representa hotéis e restaurantes notifica Enel e contabiliza danos: R$ 150 mi

Alguns pontos da cidade de São Paulo sofrem com a falta de energia desde a última sexta-feira, 11

A Fhoresp solicita que a Enel atenda as reclamações dos hotéis, dos bares e dos restaurantes que foram afetados pela interrupção do serviço | Foto: Reprodução/Freepik
A Fhoresp solicita que a Enel atenda as reclamações dos hotéis, dos bares e dos restaurantes que foram afetados pela interrupção do serviço | Foto: Reprodução/Freepik

A Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp) notificou a Enel, nesta segunda-feira, 14, para que a concessionária restabeleça o fornecimento de energia elétrica, de forma urgente, em estabelecimentos da capital paulista. Alguns pontos da cidade sofrem com o apagão desde a última sexta-feira, 11.

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De acordo com a entidade, o prejuízo causado pelo apagão já contabiliza mais de R$ 150 milhões para o setor. Além disso, a Fhoresp informou que, até ontem, havia cerca de 340 mil imóveis sem luz. 

Fhoresp cobra Enel por instalação de canal para reclamações

Na notificação, a entidade exige que, “em caráter emergencial, a distribuidora de energia institua um canal permanente para o registro de reclamações”. A federação também solicita o atendimento aos hotéis, bares e restaurantes que foram afetados pela interrupção do serviço.

“A Fhoresp também exige ressarcimento aos empresários do setor que tiveram seus negócios prejudicados pelo blecaute”, informa o documento. “Isso conta os dias de não funcionamento e, consequentemente, de não faturamento; pela perda de mercadorias, por ausência de refrigeração; e por equipamentos queimados, em virtude da oscilação de energia.”

Os maiores prejudicados

Ainda de acordo com a instituição, “os maiores prejudicados são bares, restaurantes, pequenos hotéis e meios de hospedagem”.

“Nosso setor é formado por 97% de micro e de pequenos empresários”, afirma a Fhoresp, na notificação enviada à concessionária de energia elétrica na cidade de São Paulo. “Essas empresas não têm lucro; elas dependem da receita diária para a própria subsistência. Sabemos que a Enel não controla o vento e a chuva. Contudo, é fundamental que tenha um plano de contingência emergencial para solucionar os problemas num espaço de tempo razoável.”

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