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Economia

Equipe de Haddad quer retomar imposto de importação em compras on-line

Fazenda deve retomar tributação que foi extinta provisoriamente no ano passado

Haddad imposto importação on-line
No início de 2023, o Ministério da Fazenda objetivava tributar as remessas internacionais | Foto: André Ribeiro/Estadão Conteúdo

A equipe de Fernando Haddad, ministro da Fazenda, deve retomar o imposto de importação federal em 2024, tributação que foi extinta provisoriamente no ano passado. De acordo com Metrópoles, estima-se que a alíquota deva ser de 20%.

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Depois de um ano com expectativas de regularizar o mercado de e-commerce cross-border, compras internacionais por meio de sites, a equipe de Haddad pretende tomar uma decisão neste ano.

Entenda o histórico

No início de 2023, o ministério da Fazenda objetivava tributar as remessas internacionais. O governo lançou o Remessa Conforme, um programa da Receita Federal para determinar uma nova forma de tributação de importação para marketplaces.

Leia também: “Sob pressão, governo recua de taxar importados da Shein, Shope e AliExpress”

Em abril, depois de repercussões negativas, o governo recuou da taxação de encomendas com valores menores que US$ 50. Haddad havia falado anteriormente que a intenção do governo era evitar “contrabando”, ainda que compras em sites como Shein, Shopee e AliExpress encarecessem.

Atualmente, as encomendas abaixo deste valor estão livres de tributação, desde que as transações aconteçam entre pessoas físicas, e não de empresa para consumidor.

Haddad diz que haverá anúncio quando questão estiver “amadurecida”

Haddad on-line taxa
Haddad alegou que tributação sobre compras de menos de US$ 50 seria para evitar contrabando | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em dezembro de 2023, o ministro disse que não havia ainda a decisão sobre taxar as compras no e-commerce. Segundo o petista, o anúncio da decisão aconteceria quando a questão estivesse “amadurecida”.

Leia também: “Governo avalia taxar compras de até US$ 50 para compensar desoneração”

A respeito do prazo para a implementação de um imposto federal sobre as compras on-line, Haddad dissera em entrevista a jornalistas que o tema é “controverso” tanto no governo quanto no Congresso.

“Queremos continuar divulgando sobre a matéria para mostrar o comportamento dessas encomendas ao longo do tempo depois que o Remessa Conforme foi instituído”, disse o ministro.

De acordo com o petista, a medida “corrigiu distorções” de encomendas que chegavam ao país e não pagavam tributos, inclusive com compras acima de US$ 50.

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1 comentário
  1. Apolinário de Almeida
    Apolinário de Almeida

    Esse narigudo só pensa em arrancar mais dinheiro da população, pqp, porr*. Essa corja precisa sair, acabar com esse desgorverno, antes que esses malditos acabem com o Brasil.

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