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Tecnologia, Economia

Embraer e EDP buscam tornar avião elétrico uma realidade

Testes em solo já têm ocorrido na Unidade da Embraer em Botucatu, interior de São Paulo

Testes em solo já têm ocorrido na Unidade da Embraer em Botucatu, no interior de São Paulo

Foto: Reprodução/Embraer

A Embraer e a EDP Brasil anunciaram nesta sexta-feira, 20, parceria para o desenvolvimento de um avião elétrico. O protótipo tem o primeiro voo previsto para 2021.

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Multinacional de origem portuguesa, a EDP anunciou um aporte financeiro para a aquisição de tecnologia 100% elétrica para armazenamento e recarga da aeronave.

Leia mais: “Aviação no Brasil deve recuperar 80% de seu movimento em dezembro”

O vice-presidente de Engenharia e Estratégia Corporativa da Embraer, Luís Carlos Affonso, comemorou o acordo e disse que a empresa é uma das brasileiras que mais estimulam redes globais de conhecimento que permitem um significativo aumento de competitividade do país.

O presidente da EDP no Brasil, Miguel Setas, ressaltou que a parceria contribui para posicionar o Brasil como um player de ponta nesse mercado.

Os testes em solo têm ocorrido na Unidade da Embraer em Botucatu, no interior de São Paulo, em preparação para o primeiro voo, que acontecerá na unidade da Embraer em Gavião Peixoto.

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2 comentários
  1. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Nada contra o uso de “novas fontes” de energia. As aspas se referem a que de nada tem de novo, pois para carregar as baterias de qualquer veículo ou aeronave, como no caso, precisará de outra fonte de energia que poderá ser de origem hidrelétrica ou de conjunto gerador movido a diesel. Agora vamos ao caso da fonte ser de origem hidroelétrica: Já pensaram se essa moda pega? O que visualizo no futuro é que teremos constantes apagões de energia pois entrarão na conta, esses dispositivos que atualmente são movidos por energia de combustível fóssil. Pois se já tem o avião agrícola movido a álcool, então para que inventar essas bobagens? Parece mesmo coisa de português.

    1. Paulo Renato Versiani Velloso
      Paulo Renato Versiani Velloso

      E mais: Sempre há perda de energia nessas transferências de um modo para outro, exemplo: Se se usa um gerador de X (kw) movido a diesel para carregar essa bateria, teremos uma quantidade Y (kw) acumulada na bateria, seguramente e com certeza, inferior ao X (kw) originais do conjunto gerador. Grandes coisas, não é? Agora multipliquem isso daí, e aí terão o resultado desses desperdício.

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