O CEO do Nubank, David Vélez, afirmou que pode comprar um banco no Brasil para obter a licença bancária exigida pelo Banco Central (BC). Em entrevista à emissora CNN, ele disse que a instituição avalia duas alternativas: adquirir um banco já existente ou solicitar a licença “do zero”.
Além disso, o CEO afirmou que o Nubank incluiu “mais de 110 milhões de pessoas no sistema financeiro do Brasil”. No terceiro trimestre de 2025, o banco registrou lucro líquido de US$ 782,7 milhões, alta de 39% sobre o mesmo período de 2024.
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Vélez também comentou a expansão internacional da empresa. “O México está crescendo mais rápido que o Brasil para nós”, disse. “Colômbia é mais rápido que o México.” Nos Estados Unidos, onde o Nubank solicitou licença bancária, ele disse ver “uma grande oportunidade” e afirmou que o país “representa 50% do sistema financeiro global”.
Vélez sobre impostos do Nubank
A discussão sobre o aumento de impostos para fintechs avançou na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, que aprovou projeto para elevar gradualmente a CSLL. As alíquotas passarão de 9% para 12% em 2026 e para 15% em 2028. Onde a taxa já é de 15%, aumentará para 17,5% em 2026 e 20% em 2028.
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Vélez afirmou que o Nubank já paga mais impostos que bancos tradicionais. “O Nubank, em 2025, tem sido a instituição financeira que mais imposto tem pago no Brasil”, disse. “São R$ 8,2 bilhões, com uma taxa efetiva de 32%, em comparação com a média dos bancos de 12%.”
Ele defendeu a ideia de que o debate se concentre na taxa efetiva e propôs um piso de 17,5% para todas as instituições financeiras.






































O Véles, QUALQUER PAÍS CRESCE MAIS QUE O BRASIL, COM O LULLADRÃO NO DESGOVERNO.
2027 SERÁ DIFERENTE COM O FLÁVIO BOLSONARO NA PRESIDÊNCIA. CRESCERÁ E CRESCERÁ O NOSSO BRASIL.
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