A partir de dezembro de 2025, clientes pessoa física e microempreendedores individuais (MEIs) do Bradesco não terão mais acesso a novos talões de cheque, segundo comunicado oficial do banco.
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O Bradesco informou, por meio de mensagem no aplicativo de celular, que vai haver o encerramento da emissão desse meio de pagamento de forma progressiva para esses públicos. Apesar disso, a decisão é por manter a oferta de cheques apenas para clientes “Corporate”, os corporativos.
Na notificação, o banco orientou os usuários a priorizarem o Pix, disponível durante todo o dia, como alternativa prática para transferências e pagamentos.
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Segundo o Bradesco, “a iniciativa acompanha a mudança de comportamento dos clientes, que têm optado por soluções digitais como Pix, transferências e pagamentos eletrônicos”, afirmou o banco à CNN Brasil.
Histórico do uso de cheque no Brasil

Desde o início do século 20, o cheque desempenha papel relevante na economia brasileira. A sua regulamentação formal começou com o Decreto-Lei n.º 2.591, de 7 de agosto de 1912, que tratou da circulação do cheque no país.
Em 1985, a conhecida “Lei do Cheque” passou a disciplinar de forma abrangente este título de crédito no Brasil. Ela definiu suas características, prazos de apresentação, além dos requisitos para emissão e compensação.
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Ao longo das décadas, o cheque foi uma ferramenta bastante utilizada para pagamentos entre pessoas físicas e empresas. Seu uso massivo ocorreu especialmente antes da difusão dos cartões, das maquininhas e dos meios digitais. A grande vantagem era permitir movimentar valores sem o transporte de numerário, além de servir também como garantia, como o cheque-calção.
No entanto, com a crescente digitalização dos serviços bancários, o avanço do internet banking e especialmente o lançamento do sistema Pix, em 2020, o uso do cheque despencou. Dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostram que em 1995 foram compensados cerca de 3,3 bilhões de cheques, enquanto em 2024 o número caiu para aproximadamente 137,6 milhões. Trata-se de uma redução de cerca de 96%.




































Isso já devia ter acabado no Brasil .
O Bradesco vai deixar de ser analógico neste quesito.
o DINOSAURO ESTÁ ACORDANDO MAIS CEDO.