O debate sobre a cobrança de bagagem de mão em voos comerciais voltou a repercutir nesta semana depois de o CEO da Latam, Jerome Cadier, defender publicamente a tarifa Basic em artigo no jornal Folha de S.Paulo. A nova modalidade permite que passageiros paguem menos quando viajam apenas com uma mochila de até 10 quilos. Neste caso, eles dispensam o uso dos compartimentos superiores da cabine.
Cadier argumentou que a tarifa Basic não retira direitos do passageiro. Oferece, por sua vez, uma opção mais econômica, seguindo tendências de países desenvolvidos e na América Latina. Conforme o executivo, o modelo é comum em companhias de baixo custo. Da mesma forma, permite que cada cliente pague apenas pelos serviços em uso, como despacho de bagagem, escolha de assento e embarque prioritário.
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Os argumentos do CEO
O CEO defendeu ainda a ideia de que a medida ajuda principalmente a reduzir o congestionamento nas cabines e a agilizar os embarques e os desembarques. Além disso, sustenta o executivo, torna a aviação mais acessível, estimulando o crescimento do mercado e atraindo novos viajantes. “A mala de rodinhas já é cobrada hoje, só que embutida no preço que todos pagam, inclusive os que não a levam.”
Nas redes sociais, especialmente no LinkedIn, a posição de Cadier gerou críticas e debates. Alguns leitores disseram que a mudança representa mais uma forma de cobrança indireta. Outros, contudo, afirmaram que a tarifa Basic é uma alternativa justa para passageiros que desejam viajar apenas com o essencial.
Entre os comentários, surgiram discussões sobre transparência na comunicação das companhias aéreas e impacto sobre o custo das viagens. Houve, do mesmo modo, comparações com mercados internacionais, em que tarifas desagregadas vigoram há anos. Muitos profissionais do setor logístico e de aviação destacaram a importância de clareza na informação ao consumidor para evitar mal-entendidos, reforçando parte do argumento apresentado por Cadier em seu artigo.
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Vamos traduzir para o bom português brasileiro: A tarifa será MANTIDA para quem leva apenas uma mochila de 10k, para quem necessitar também de uma bolsa com rodinhas (despachada) vamos cobrar MAIS.
No lugar do CEO eu estaria conversando junto com os demais players do setor como diminuir, com a ajuda do governo, o custo Brasil!
Não adianta sonhar com o conto de fadas dos ares, se todos querem mala de bordo gratuita, os malandros repassam seus custos ao trouxas que levam somente as bagagem de mão. É de uma insanidade tremenda achar que a empresa vai levar sua mala de bordo de graça. Caiam na real.
Passagens absurdamente caras , e nem roupa podemos levar .
Não creio ! A tendencia é taxar mais .