Em meio à guerra comercial entre Estados Unidos e China, a Apple mantém em mira um único alvo: o lucro. O CEO da companhia, Tim Cook, tenta se equilibrar entre os interesses das duas potências, com anúncios de novos investimentos em ambos os países.
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Depois de se reunir com o ministro da Indústria da China na quarta-feira, 14, Cook prometeu ampliar os investimentos da Apple no país. Em 6 de agosto, o executivo havia feito promessa semelhante ao presidente norte-americano, Donald Trump.
A Trump, Cook anunciou um incremento de US$ 100 bilhões, a ser somado ao plano de investimentos divulgado pela empresa em fevereiro. Com isso, o valor total chegou a US$ 600 bilhões. Com os chineses, porém, a abordagem foi diferente.
Apple silicon unlocks a new level of performance for our users. And soon, many of these chips can be stamped “Made in America.” The opening of TSMC's plant in Arizona marks a new era of advanced manufacturing in the U.S. — and we are proud to become the site’s largest customer. pic.twitter.com/rBoiEUwZaX
— Tim Cook (@tim_cook) December 6, 2022
Investimentos da Apple na China
Até o momento, não houve divulgação oficial do montante tratado na reunião com o ministro chinês. Entretanto, o CEO já havia anunciado, em março, a criação de um fundo de US$ 100 bilhões durante visita ao país.
Ao longo de 2024, a companhia faturou US$ 390 bilhões. Norte-americanos e chineses lideram as compras, mas há grande distância entre os dois mercados, com larga vantagem para os Estados Unidos: US$ 142 bilhões contra US$ 67 bilhões.
Ainda assim, a Apple depende da China para sustentar sua principal fonte de lucro: o iPhone. Em 2024, a companhia faturou US$ 200 bilhões com as vendas do smartphone — cerca de 80% da fabricação do aparelho ainda depende das fábricas chinesas.





































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