Publicidade efetiva usa arquétipos. São tipos humanos que todo mundo conhece ou já conheceu. O tio Sukita, criado em 1999 explora um desses arquétipos: o homem mais velho que fica hipnotizado por uma mulher muito mais jovem. O escritor Vladimir Nabokov partiu desse princípio para criar sua obra prima, Lolita.
O “tio Sukita”, criado para vender o refrigerante sabor laranja, mostra um quarentão (Roberto Arduim) dentro de um elevador com uma jovem vizinha (Michelly Machri). Ele pensa que está seduzindo a garota, mas sua intenção desaba quando ela o chama de “tio”. Em outra peça, ele ouve que a vizinha está dando uma festa e tenta se convidar. Mas a garota pensa que o “tio” está reclamando do barulho e fecha a porta na cara dele.
Receba nossas atualizações
O visual do personagem é cuidadosamente planejado. O penteado certinho, o agasalho sobre os ombros, tudo é calculado para mostrar que ele está deslocado na sua tentativa de paquerar a menina. O talento dos atores, claro, conta muito. A propaganda foi tão marcante que o personagem acabou sendo aproveitado para outros produtos.
Clássicos da publicidade: ‘É um Phantom F-5!’
O Super Bowl é um torneio de publicidade
Memória da Propaganda Brasileira – Parte 2
Artigo com “Introdução”, “Desenvolvimento” parcial e sem “CONCLUSÃO” alguma. (?!!!)