O longa O Enigma do Horizonte (“Event Horizon”) foi lançado em 1997 com um poster promissor. Escrito por Philip Eisner e dirigido por Paul W S Anderson, o filme prometia uma mistura de terror com ficção científica dentro da escola Alien. No elenco, Laurence Fishburne, Sam Neill e Kathleen Quinlan.
A história é passada em 2047. A nave que leva o nome do filme, desaparecida há sete anos a caminho da constelação Alpha Centauri, reaparece na órbita de Netuno. Outra nave é , a Lewis and Clarke, é enviada para investigar o que aconteceu com a Event Horizon. A única pista que os tripulantes da Lewis & Clarke possuem do sumiço misterioso da Event Horizon é um sinal sonoro.
Receba nossas atualizações
Esse sinal, que dura poucos segundos, é talvez o mais aterrorizante momento do filme. São gritos caóticos, ruidos de violência, e uma voz agonizante que grita a expressão em latim “liberate me“, que significa “liberta-me”. A gravação mexe com nossa imaginação do que teria acontecido na nave que desapareceu.
A tripulação da nave Lewis & Clark então chega ao Event Horizont e o filme se torna mais convencional. As explicações sobre o fenômeno passam pelo caminho de buracos negros, hiperespaço e outros fenômenos da física e astronomia. Mas também pelo que costumamos chamar de inferno. E pelo enlouquecimento dos tripulantes.
O diretor reclamou da pressa que o estúdio Paramount exigiu para o lançamento, o que resultou numa edição que desagradou muito a Paul Anderson. O filme foi um fracasso nos cinemas, mas vendeu muito bem em suas versões em VHS e DVD. Não tem a magia de um Alien. Mas seu designs e a direção de arte são muito boas.
Existem planos para uma continuação. Merece uma segunda chance. E uma refilmagem. Está disponível pela Netflix.






































Entre ou assine para enviar um comentário.
Você precisa de uma assinatura válida para enviar um comentário, faça um upgrade aqui.