Eu, Minha Mulher e Minhas Cópias, lançado em 1996, foi considerado uma “cópia” de Feitiço do Tempo, de três anos antes. Afinal, era uma comédia absurda, com a mesma atriz (Andie MacDowell) e o mesmo diretor (Harold Ramis).
Multiplicity (título original), é bem diferente. Doug (Michael Keaton) é um engenheiro de obras com mulher e filhos que não consegue dar conta de sua vida. Está sempre atrasado e ausente da família. Um dia ele encontra uma clínica experimental e resolve criar um clone de si mesmo. Surge o Doug 2, que é durão nas tarefas profissionais, prático e agressivo.
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Sua mulher Laura (McDowell) reclama que o marido (que ela imagina ser um só) só pensa em trabalho. Então o Doug original cria uma segunda cópia, mais atencioso e voltado para a família. O Doug 3 sai uma versão afetada e sensível demais. O Doug-2 se revolta e resolve fazer um clone-do-clone para ajudar no trabalho. E surge o Doug-4, que vem com “defeito”: é intelectualmente limitado e se comporta como uma criança de 8 anos.
Tudo isso obviamente vai virando uma caótica confusão. Mesmo porque os quatro Dougs dormem com a mesma mulher, um de cada vez. Laura não entende como o marido muda tanto de um momento para o outro. O filme não tem o brilho de Feitiço do Tempo. Mas é bem divertido. E quem assiste não escapa de imaginar: como seria se eu pudesse clonar a mim mesmo?
Disponível pelo streaming Sony 1.
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