A plataforma de streaming Netflix confirmou, nesta segunda-feira, 6, a produção de um documentário original sobre Suzane von Richthofen. O projeto abordará a história de um dos crimes mais notórios do país, ocorrido no ano de 2002 na capital paulista, quando ela assassinou os próprios pais.
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A empresa admitiu a existência da obra depois do vazamento de imagens de uma exibição restrita para convidados. A plataforma ressaltou que o material ainda se encontra em desenvolvimento e não possui data de estreia.
O título provisório da produção sobre Suzane von Richthofen
A obra da Netflix carrega o título provisório de Suzane Vai Falar e apresenta cerca de duas horas de duração no seu formato atual. O longa-metragem concentra o seu foco na versão da ex-detenta, trazendo depoimentos inéditos sobre os acontecimentos do passado.
As imagens vazadas mostram que a produção acompanhou a assassina durante uma visita à antiga mansão da família de Suzane von Richthofen, na capital paulista. Ela descreve o ambiente da época como um local marcado por fortes cobranças e ausência de afeto.
O documentário também reserva um tempo de tela para registrar a rotina atual e a tentativa de reintegração social fora da cadeia. A produção exibe a convivência de Suzane ao lado do marido, o médico Felipe Zecchini Muniz.
O relato revela que o contato inicial do casal ocorreu por meio da internet, depois de uma encomenda comercial de sandálias. O material expõe os momentos de lazer com as três enteadas e exibe o filho pequeno da assassina.
O histórico judicial e as obras de ficção
A empresa de entretenimento não confirmou se a edição final manterá todas as cenas reveladas recentemente ou se o nome provisório sofrerá alterações de mercado. Suzane obteve a progressão para o regime aberto em janeiro de 2023, depois de cumprir parte da pena de 39 anos de prisão.
O caso criminal já serviu como base criativa para outras produções de ficção do setor audiovisual, incluindo uma trilogia de filmes e uma série televisiva chamada Tremembé.









































Obrigada por usar os termos corretos na descrição da ex-detenta: assassina fria e cruel dos próprios pais. Só mesmo no Brasil um ser assim estaria livre; e pior: tomando conta de crianças que, rezemos à Deus, jamais façam algo que a desagrade.