O Museu Judaico de São Paulo realizará, neste domingo, 12, um encontro dedicado à preservação da memória do Holocausto. A atividade, intitulada Ressignificando a Vida, trará exposição de documentos históricos, lançamento de livro, conversa com o público e a apresentação de um acervo familiar ligado à Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
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O evento contará com a presença de Charlotte Goldsztajn Wolosker, sobrevivente do Holocausto cuja trajetória está ligada ao material que passa a integrar o acervo do museu. Parte dos documentos pertence a seu pai, Don Goldsztajn, preso durante a ocupação nazista na França e deportado para o campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia. Auschwitz tornou-se o maior complexo de campos de extermínio do regime nazista, onde cerca de 1,1 milhão de pessoas foram assassinadas, a maioria judeus europeus.
Lançamento de livro no Museu Judaico
Entre os itens que serão apresentados ao público estão um desenho feito em 1941 no campo de Pithiviers, registros oficiais relacionados à deportação para Auschwitz e documentos pessoais da família. O conjunto revela fragmentos de uma história marcada pela perseguição nazista e pelo esforço de reconstrução da vida depois da guerra.
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A programação terá ainda um bate-papo, com a participação da filha da sobrevivente, Silvia Wolosker Levi. Ela é autora do livro La Petite Charlotte: Memórias de Dor. Raízes de Amor, inspirado na história da mãe, que também será lançado no evento. A proposta do encontro é ampliar a compreensão sobre o período e reforçar a importância de preservar relatos de quem viveu diretamente os acontecimentos.






































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