Depois de um furto que surpreendeu visitantes no domingo 19, o Museu do Louvre, em Paris, segue fechado ao público nesta segunda-feira, 20. O furto de nove joias históricas, retiradas em plena luz do dia, forçou a evacuação do prédio e suspendeu o acesso de turistas desde então.
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O site oficial do museu comunicou o fechamento e informou que os ingressos comprados para esta segunda-feira, 20, serão reembolsados automaticamente. “Depois do roubo ocorrido ontem no Louvre, o museu lamenta informar que permanecerá fechado ao público hoje. Os visitantes que já adquiriram ingressos receberão o reembolso automaticamente”, diz o comunicado do museu publicado nas redes sociais.
O crime no Museu do Louvre
Segundo autoridades, 60 agentes da polícia francesa investigam o paradeiro dos criminosos. A principal linha de apuração indica envolvimento de um grupo do crime organizado, que teria planejado e executado o assalto em apenas sete minutos, com uso de um elevador de carga e uma minisserra elétrica. Os assaltantes fugiram de scooter, já localizada pela polícia.
O crime ocorreu às 9h30 (no horário local), meia hora depois da abertura do museu, e causou tumulto entre os visitantes, que precisaram sair rapidamente do prédio. Imagens das redes sociais mostram o momento em que turistas deixavam o local, demonstrando surpresa com o fechamento repentino.
Joias levadas
Entre os itens levados estão joias que pertenceram à imperatriz Maria Luísa, esposa de Napoleão Bonaparte, e também peças de Hortênsia, rainha da Holanda, e Maria Amélia, última rainha da França. Um colar, um par de brincos, um conjunto de colar e brincos e um broche foram subtraídos, descritos pelo Ministério do Interior francês como “de um valor inestimável”. A coroa da imperatriz Eugênia, com esmeraldas e 1,3 mil diamantes, foi recuperada danificada perto do museu.
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O Museu do Louvre, que recebe cerca de 9 milhões de visitantes anualmente, já tinha previsão de reformas até 2031, segundo anúncio feito pelo presidente da França, Emmanuel Macron. O plano inclui uma nova entrada e a reorganização dos espaços internos para controlar o fluxo de pessoas, mas o recente roubo reacendeu críticas quanto à segurança do local.
No mês anterior, outros museus franceses também foram alvo de crimes: o Museu Nacional de História Natural de Paris teve pepitas de ouro furtadas, enquanto porcelanas chinesas avaliadas em milhões de euros desapareceram de um museu em Limoges.






































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