O Museu da República, no Rio de Janeiro, exibe atualmente uma exposição com charges que vinculam o ex-presidente Jair Bolsonaro ao nazismo, demonizam a Polícia Militar e mostram Israel como opressor da Palestina. O local é mantido com recursos do Ministério da Cultura, do governo federal, através do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).
A exposição Crônicas de Uma Barbárie está disposta no Palácio do Catete, que foi sede da Presidência da República entre 1897 e 1960, quando a capital federal era o Rio de Janeiro. As peças em exibição foram desenhadas pelo cartunista Latuff, cuja carreira se concentra em desenhos para sindicatos e movimentos de esquerda.
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O foco da exposição, que ocupa três salas do Palácio do Catete, são charges sobre a pandemia de covid-19. Nelas, Latuff culpa Bolsonaro pelas 700 mil mortes atribuídas ao coronavírus e acusa o ex-presidente de ter impedido a vacinação. Em praticamente todas as ilustrações com referências a Bolsonaro há acusações de relação com o nazismo.







De acordo com o portal Our World In Data, mantido pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, o Brasil registrou menos mortes por covid-19 que os Estados Unidos, Rússia, Peru, México, Itália e outros países europeus na métrica de mortos a cada 100 mil habitantes. O Brasil foi o quinto país no mundo em velocidade de vacinação em massa, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.
O Brasil foi um dos primeiros da América Latina a começar a vacinação, cuja primeira dose foi aplicada em janeiro de 2021. A primeira campanha do mundo havia começado cerca de um mês antes, em dezembro de 2020, no Reino Unido.







O Palácio do Catete esteve fechado desde fevereiro para a realização de obras. A exposição com charges de Latuff, inaugurada em 16 de julho, marca a reabertura parcial do museu. “A mostra apresenta uma visão crítica, contundente e sensível sobre os impactos sociais e políticos daquele período [pandemia], através da arte gráfica de um dos mais expressivos nomes do cartum político brasileiro”, diz o site oficial do Museu da República.
Não é a primeira vez que o local promove uma exposição sobre Latuff. Em 2018, o cartunista fez a primeira de uma série de doações de charges à instituição. O acervo conta com cerca de 2 mil peças, que incluem desenhos, publicações, fotografias e materiais pessoais, como canetas de trabalho.
Em 2018, o Museu da República organizou a exposição Museu Nacional Vive, composta por desenhos e charges de Latuff sobre o incêndio do Museu Nacional, ocorrido no mesmo ano. Em 2024, a instituição lançou a exposição virtual Coleção Carlos Latuff no Museu da República, disponível na plataforma Google Arts & Culture.








Exposição no Museu da República tem propaganda contra a polícia
Além das charges focadas em Bolsonaro, a exposição no Palácio do Catete também tem peças que classificam a Polícia Militar como inimiga dos moradores de favelas e assassina de pessoas negras. Não há nenhuma referência à atuação de facções criminosas nas obras de Latuff. Há menos de um ano das próximas eleições, o museu exibe também ilustrações que retratam o impeachment de Dilma Rousseff como “a morte da democracia”.
A exposição inclui também peças que retratam o conflito entre Israel e o Hamas, antes do 7 de outubro de 2023. Não há menção ao grupo terrorista, que controla totalmente a Faixa de Gaza desde 2007 e promove ataques contra o Estado judeu desde 1987, na Primeira Intifada.








































O que esperar de uma ministra desse nível e padrão? Cantora, artista, etc. medíocre, desprezivel.
Perfeimente compativel com o nivel medíocre do atual ministério.
O Lula jamais teve “subordinados” mais competentes do que ele. E, sendo o incompetente que é, tem ministros de nível ainda mais baixo. Na realidade, temos uma quadrilha, não um ministério.
Pobre país !!!!!!