O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com Walter Salles, diretor do filme Ainda Estou Aqui e ganhador do Oscar 2025 de Melhor Filme Internacional. Sentado na cadeira em seu gabinete presidencial, o petista iniciou a conversa parabenizando o cineasta pelo prêmio: “Querido Walter, a gente não tem muito o que falar quando a gente percebe que um brasileiro é capaz de se superar numa arte que até então me parece que só americano ganhava.”
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O presidente, que certa vez já confessou não gostar de ler livros, também mostra desconhecer o assunto cinema, a premiação da Academia e principalmente o conceito do Oscar conquistado pelo Brasil. Ainda Estou Aqui recebeu o prêmio de filme internacional, uma categoria criada justamente para dar algum vislumbre às produções estrangeiras — ou seja, tudo aquilo que não é norte-americano e falado numa língua não inglesa.
Desde que o filme brasileiro despontou como um dos favoritos ao Oscar, tanto o presidente Lula quanto toda a base governista praticamente se apropriaram do sucesso do filme, usando Ainda Estou Aqui como uma bandeira política. O filme é baseado no livro de mesmo titulo escrito por Marcelo Rubens Paiva. A história narra o desaparecimento do ex-deputado Rubens Paiva, nos anos de 1970, durante o regime militar. A mulher de Rubens, Eunice, agora se viu diante da tarefa de criar seus cinco filhos sozinha, além de passar toda a vida tentando provar que o marido foi morto pelos militares.
Além de filme internacional, Ainda Estou Aqui concorreu nas categorias de melhor filme do ano e melhor atriz, para Fernanda Torres, que interpreta a personagem Eunice Paiva. Fernanda, até então vista como favorita, acabou perdendo a estatueta para a atriz Mikey Madison, do filme Anora. Uma derrota que remete à mãe de Fernanda Torres, a veterana Fernanda Montenegro, que em 1999 também concorria ao Oscar de melhor atriz por Central do Brasil e perdeu a disputa para Gwyneth Paltrow, de Shakespeare Apaixonado.
“Então eu quero te dizer que que foi uma noite de ouro”, disse Lula. “Acho que você já fez outras coisas muito importantes, mas dessa vez você conseguiu lavar a alma do povo brasileiro e do cinema brasileiro.”






































O público alvo, que esse energúmeno visa atingir, contempla uma parcela de acéfalos que, à qualquer bobagem dita, aplaudirão e será base para as vergonhosas narrativas que sairão efusivamente dispersando pelas redes sociais + WhatsApp.
Pura ignorância, mãe da burrice e da arrogância.
Boa tarde, prezado Ruy Castro
[email protected].
Suponho que o distinto jornalista seja capaz de prestar a correta atenção às perguntas e tentar respondê-
las, em lugar de, como com quase 100% dos casos ocorre, tentar descobrir algo sobre a pessoa que
pergunta. Até porque sou um joão-ninguém (João é o nome do meu pai).
Eu gostaria de saber por que nos veículos de jornalismo de hoje, nos quais, aliás, V. Sa. está embarcado,
só ouço ou leio notícias de torturas da época da ditadura. Quero saber se nos 20 anos houve atividades
não classificáveis como tais no Brasil.
Justifico que aguça os motivos de minha pergunta o fato de que as denúncias de torturas sejam apenas de
dois tipos: o torturado está morto ou o torturado está desaparecido. Quando se descuidam os narradores de
se aterem a esses dois critérios, normalmente uma única cicatriz ou sequela das torturas não é mostrada!
Como se, nos casos das mulheres da época, conservadoras de costumes, a área do corpo atingida ainda
atenta contra o pudor moral público. Ou, quem sabe, homens também moralistas, que não querem revelar
que o saco lhes foi arrancado…
Lembrando o que um jornalista do mesmo veículo de V. Sa. publicou: apenas em 4 anos o governo
anterior ao atual fez 1.147 ataques a jornalistas. Onde estão as cicatrizes, como elemento de prova?
Aonde foram os presos? Onde estão?
Também me aguça que vivi intensamente, por estar no auge de minha intelectualidade etária, a aludida
época em que os inúmeros membros de minhas duas famílias nunca foram torturados. nem qualquer
amigo dos círculos sociais. Tudo o que me chega aos ouvidos vem de prêmios da indústria do engano e do
faz-de-conta, como parece ser o caso do filme (e do livro).
Fiquei também curioso sobre a película a que não assisti; teria tido sua base histórica narrada cerca de 40
anos depois da ditadura, por um único lado – como se as supostas vítimas vivas estivessem interessadas
em usar o feitiço do tempo para impor suas narrativas sem medo de serem confrontadas com fósseis
perante legistas ou arqueólogos.
Outro aspecto: para disfarçar esse comportamento ‘desinformador’, pessoas ‘entendidas’ no assunto como
V. Sa. – que, como jornalistas, declaram link com fatos e não com narrativas – deveriam medir se há
torturas hoje, ou seja, investigando e levantando as estatísticas, para saber se essa imensa quantidade de
pessoas que vivem sob um regime democrático, oferecido por inimigos da ditadura e são vítimas das
piores torturas mortais, existiam na mesma proporção dos que morriam na época da ditadura
governamental. Mortes matadas são sempre crimes, mesmo aquelas que foram perpetradas sob o regime e
não apenas pelo regime. Ou alguém tem dúvida sobre se hoje, na ditamole organizada, morrem muitas
pessoas por causa do regime? Parece que não, porque mortes da CoViD foram atribuídas ao regime…
Poderiam agir os senhores com base nas estatísticas das torturas e mortes da época (em termos
percentuais, claro!) comparando os números com as de hoje, que são experimentadas diuturnamente?
Talvez essa recomendação de ordem jornalística ajude jornalistas, poupando-lhes o tempo de responder a
interessados na verdadeira história, indigesta ou não. Um assassinato brutal não deve ser deixado de lado
só porque o autor não foi o governo.
Afinal, se apenas as mortes pelo regime são contadas, mas as mortes sob o regime são deixadas de lado,
por não satisfazerem a ideia preconcebida sobre tipos de assassinos, teremos desinformação a partir de
desonestidade intelectual – dois conceitos separados, mas conectados pelo fato de que um honesto não
informado não deveria falar em defesa do que ignora: deveria calar-se.
Obrigado.
Acho que vou escrever um livro sob o título ‘Professor e Engenheiro ainda vivo escapa milagrosamente do regime da ditadura militar, sem nenhum arranhão.’ Quem sabe eu receba royalties do Oscar de melhor filme…rsrs
Se o partido Comunista tivesse tomado o poder o pai do Moreira Salles provavelmente seria condenado ao paredão, morto pelo vitorioso partido do Rubens Paiva.Ele também seria condenado a morte pois o costume era matar também os herdeiros para que não se criasse nenhum projeto de ” vingança futura”. Tinha muita lista negra pronta que o “golpe,” para a esquerda ” revolução ” para a direita de 31 de março abortou. Não vai aqui nenhum apoio tortura e morte do Paiva. E um caso abominável de tremenda crueldade. Mas supor que só existam anjos nesta história vai uma larga diferença…Nesse caso de 31 de março tem três versões a da esquerda que queriam uma ditadura comunista a dos militares que salvaram o país dos comunistas e a verdadeira que o tempo vai contando despacito.
Luladrão!
CANALHAS!!!
CADÊ o pagamento do INSS Seu ladrao!?! CADÊ!?
dia 06/03 e nada!!
Será que esse veio babão, não ficou sabendo que o Oscar é para filmes estrangeiros (internacional). Ele é mentiroso mesmo e o pior é que a turba vai na narrativa.
Nisto que dá ter um presidente burro, semi analfabeto.
Ladrão velho senil. Biden brasileiro..
Nem o capeta quer essa tralha lá no inferno, prefere deixar ele aqui nos atormentando!!!