Histórias originais prosperam nas bilheterias mundiais neste início do ano de 2026. O filme Devoradores de Estrelas desafiou todas as expectativas negativas da indústria do entretenimento. A ficção científica, protagonizada por Ryan Gosling, arrecadou mais de US$ 80 milhões nos EUA.
Esse número representa o melhor desempenho doméstico do ano até o momento atual. A obra também estabeleceu um novo e importante recorde financeiro para a Amazon Studios.
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As notícias foram igualmente excelentes no disputado e concorrido mercado cinematográfico internacional. O épico espacial arrecadou mais de US$ 60 milhões em 80 países.
A produção conquistou o cobiçado primeiro lugar nas bilheterias de 60 nações ao redor do globo. O lançamento mundial alcançou mais de US$ 140 milhões em vendas. Esse resultado marca o melhor começo de ano para um grande estúdio de Hollywood.
A vitória de Devoradores de Estrelas consolida a força da Amazon MGM Studios. O gigante busca se estabelecer definitivamente como um grande estúdio tradicional na indústria. O momento perfeito do lançamento coincide com a fusão iminente da Paramount com a Warner, um acordo que deixou muitos profissionais com temor de demissões em massa.
A indústria do entretenimento temia a redução drástica na produção de filmes originais, que fogem das franquias já consagradas.
O sucesso das obras originais no mercado
O novo longa-metragem surge para derrubar a velha teoria dominante nas salas de cinema. Muitos engravatados acreditavam que os complexos multiplex pertenciam apenas a sequências e franquias intermináveis.
A nova obra junta-se ao aclamado Oppenheimer em um feito muito raro na última década. Esses são os únicos filmes originais recentes que estrearam acima dos US$ 80 milhões. A arrecadação doméstica gigantesca reforça bastante o grande apetite do público por histórias inéditas.
O filme Barbie continua sendo o maior sucesso financeiro da excelente carreira de Ryan Gosling. O novo projeto da Amazon, no entanto, marca a maior estreia do ator como protagonista principal. A trama acompanha um professor de ciências que acorda em uma nave espacial distante. O personagem não possui nenhuma lembrança sobre a sua verdadeira identidade ou missão no universo. A atriz Sandra Hüller divide o protagonismo no épico, dirigido por Phil Lord e Christopher Miller.
A memória do protagonista retorna lentamente ao longo de toda a tensa jornada espacial. Ele descobre a sua grande e perigosa missão de decifrar o mistério de uma substância desconhecida. Esse material estranho ameaça apagar a luz do Sol e destruir o nosso querido planeta. O professor precisa usar os seus conhecimentos científicos para salvar a Terra da extinção. Uma amizade inesperada prova que ele não enfrentará esse grande e letal desafio completamente sozinho.
Crítica positiva e alcance global
As projeções iniciais apontavam para uma estreia mais modesta, de US$ 50 milhões. O filme entrou em hiperpropulsão logo que os críticos e o público abraçaram a emocionante aventura. A obra conquistou a nota máxima nas pesquisas de saída dos cinemas norte-americanos nesta semana. A aprovação da comunidade no site Rotten Tomatoes beira os 96%.
A produção teve sucesso em dezenas de mercados diferentes ao redor do mundo. Países como Brasil, França, Alemanha, México, Japão e Austrália exibem o filme atualmente em suas salas.
O resultado internacional do primeiro fim de semana empatou com grandes clássicos, como Interestelar e Duna. O chefe de distribuição da Amazon MGM exaltou abertamente o enorme carisma singular do protagonista. Kevin Wilson afirmou que o talento de Ryan Gosling ancora a história com profunda maestria.
A originalidade tornou-se o grande assunto das bilheterias no começo deste ano. A Pixar quebrou a sua recente maldição financeira com a animação Cara de Um, Focinho de Outro nas últimas semanas. O desenho carismático já arrecadou mais de US$ 240 milhões em vendas mundiais.









































O filme é infantil. Deveria ser classificado como L p crianças. A estória é ruim, a trana pior, o desfecho sem a menor graça. Aguentei até o final esperando q o filme desse uma guinada e surpreendesse mas nada.,, p criança é bom p ver na TV, cinema não compensa o custo do ingresso.