Alien surgiu como filme em 1979. Suas várias sequências (com exceção de Prometheus, de 2012) seguem mais ou menos a mesma fórmula: naves enfrentam um alienígena mortal que mata todos os tripulantes menos um. A tripulação inclui um ciborgue que tem atitudes dúbias.
Alien: Earth, série criada por Noah Hawley, foi planejada para durar muito tempo. Ela tem uma estrutura bem mais complexa. Agora que todos os episódios da primeira temporada estão disponíveis, é possível ter uma ideia do “grande plano”.
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A série parte do discutível princípio que “a democracia não deu certo” e o mundo é comandado por cinco “megacorporações”. Não só a Terra. É uma visão simplista e ingênua, usada para criticar “o capitalismo” e simplificar a narrativa. A Weyland-Yutani domina as Américas, Marte e as luas de Saturno e pretende dominar o conhecimento alienígena. A Prodigy abolir a morte e ocupa a Ásia, parte da África, Oceania, Groelândia e Islândia. São as duas corporações que interessam à série por enquanto.

Essa primeira temporada se concentrou na Prodigy e seu asqueroso dono, o jovem Boy Kavalier (Samuel Blenkin). Boy criou um grupo de “híbridos”, jovens artificiais com consciência humana conhecidos como “Lost Boys” e liderados por Wendy (Sydney Chandler).
Por um ato de sabotagem, os alienígenas capturados no espaço pela empresa Weyland-Yutani vão parar com a Prodigy. E fogem ao controle. A maior novidade da série com relação aos filmes é que os híbridos percebem o poder que possuem e se rebelam contra a crueldade de Boy Kavalier. Tem mais: a líder Wendy aprende a se comunicar com o monstro gosmento dos filmes, que se comporta como um gatinho com ela e obedece aos seus comandos.
Se a visão do mundo dominado por corporações é simplista, a ideia de uma humanidade que enfrenta uma aliança de inteligências artificiais e seres de outros planetas promete caminhos realmente interessantes para as próximas temporadas. Disponível pela Disney. A segunda temporada já tem um trailer:







































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