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Universidade federal estabelece cotas para trans e travestis na pós

Vagas reservadas abrangem todos os cursos de mestrado e de doutorado oferecidos pela instituição

cotas trans travestis
Foto: Divulgação/UFpel

Travestis e transexuais terão reservadas 5% das vagas de todos os cursos da pós-graduação da Universidade Federal de Pelotas (UFpel), no Rio Grande do Sul. Por unanimidade, o conselho acadêmico da instituição aprovou a medida. “A iniciativa objetiva democratizar o acesso à pós-graduação e proporcionar oportunidades de melhor qualificação acadêmica e profissional para um grupo historicamente excluído e marginalizado na nossa sociedade”, informou a instituição, em comunicado emitido na terça-feira 4, data que a faculdade considerou “histórica”. Ainda segundo a UFpel, a ideia é que haja mais professores desse público de modo que, no futuro, os alunos tenham em quem se espelhar.

Leia também: “As universidades caminham para o fim?”, artigo de Dagomir Marquezi publicado na Edição 59 da Revista Oeste

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7 comentários
  1. Murilo Germano Dias
    Murilo Germano Dias

    Vim do futuro para dizer que finalmente conquistamos o direito de cotas de 2% para pessoas que acertam mais de 90% das questões nos vestibulares em universidades federais. As minorias que escolheram o caminho do estudo árduo finalmente foram ouvidas.

  2. Iramar Benigno Albert Júnior
    Iramar Benigno Albert Júnior

    Depois não querem que façam Bullying com Pelotas. Tem que entrar por mérito e nunca por qualquer outro motivo.

  3. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Estranho, achei que entravam as pessoas mais bem preparadas para participar do curso.

    1. Antonio León Ruiz
      Antonio León Ruiz

      Nos EEUU e Europa tem mérito para ingressar nas universidades aqueles que ontem notas excelentes a boas nem precisa vestibular porque não existe só os recordes do colégio e de curso universitário é por isso que são países de primeiro mundo porque o esforçado tem futuro pode crescer não pelo sexo o cor da pele

  4. Alberto Santa Cruz Coimbra
    Alberto Santa Cruz Coimbra

    O motivo é muito simples: pessoas não mudam de sexo. Mudam de identidade social, a maneira de se ver. E devem ser respeitadas por isso, desde que não queiram impor a mesma visão a todos. Mas mudança de sexo é simplesmente mentira. Nasce de fato, e não de direito, com o sexo atribuído pelas características daquele sexo. Alterações ou desvios nesse determinismo são objeto de estudo quando acontecem, e não após assunção de identidade diversa. Assunto complexo, que compreende muitas e variadas interpretações. O foco é: deve ser lei a imposição de uma visão de mundo?

  5. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    A luta contra o preconceito é longa e tem resultados positivos. Uma vez escrevi em jornal que tinha coluna: GAY TAMBÉM É GENTE. No entanto, faltam alguns complementos que a própria comunidade trans deveria discutir. Por que no atestado de óbito das mortes de Covid19 só aparece Masculino e Feminino? Assim, não se sabe se o vírus atinge mais ou menos as pessoas hetero ou homo. Inclusive muitas pessoas consomem medicamentos hormonais para troca de sexto e não se sabe se isto é positivo ou negativo para determinadas doenças ou vírus. Falei para contribuir e não para brigar.

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