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Brasil

Twitter restabelece conta da mãe de Bruno Graf

Jovem morreu por causa dos efeitos colaterais da vacina da AstraZeneca

bruno graf
Advogado, Bruno Graf morreu, aos 28 anos | Foto: Reprodução/Twitter/Arlene Graf

Depois de quase um ano, o Twitter restabeleceu a conta de Arlene Ferrari, mãe do advogado Bruno Graf, morto em agosto de 2021 por tomar a vacina contra a covid-19 da AstraZeneca. À época, a big tech não enviou nenhuma justificativa sobre os motivos pelos quais a conta da mulher fora suspensa.

“Meu presente de Natal chegou antecipado neste ano”, escreveu Arlene, em 17 de dezembro, ao reaver o perfil. “Feliz demais por voltar e compartilhar ideias com vocês após 344 dias suspensa.” A mulher agradeceu a seu advogado, o doutor Paulo Faria, e ao CEO do Twitter, Elon Musk, por “devolverem a sua voz”.

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Arlene usa a conta na rede social para contar a história de Bruno Graf e pedir esclarecimentos sobre a morte do filho, que não tinha histórico de problemas de saúde, mas faleceu em decorrência de um AVC ao tomar o imunizante.

A mãe tem um exame que comprova o óbito do jovem devido à vacina. Conforme noticiou a Revista Oeste, o caso chegou a ser reconhecido pela Secretaria Estadual de Saúde de Santa Catarina. Bruno era de Blumenau (SC).

Leia também: “A estranha morte da menina Vanessa”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 126 da Revista Oeste

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3 comentários
  1. Cláudio
    Cláudio

    A maior imbecilidade é não poder questionar o fato de que o jovem advogado faleceu provavelmente em decorrência do imunizante. Parabéns ao Twitter por devolver a voz e a liberdade de expressão à mãe.

  2. NELSON MACHADO
    NELSON MACHADO

    A verdade das vacinas vai aparecer mais cedou mais tarde, queiram ou não as big vacinadoras, com o sr. Bill Gates investidor nelas incluídos em parceria com o Soros e outros Virgulinos – cangaceiros mundiais insaciáveis por dinheiro e poder. Pena que os fdp nunca sofreram as sequelas do garoto porque não são trouxas, tomaram Ivermectina na moita e fugiram da vacina imitando aquele doutor paulista metido em órgão de saúde dizendo, imagino, “no meu rabo, não, violão” ( em inglês ficaria mais elegante).

  3. Gustavo G. Junior
    Gustavo G. Junior

    Qual o medo da Transparência, Ind. Farmacêutica ? Juízes ? Redes Sociais ?

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