A Polícia Militar (PM) de São Paulo agora conta com uma ferramenta do Google para bloquear remotamente celulares Android roubados ou furtados. O acesso intensifica o combate a esses crimes no Estado. Disponível desde junho, o recurso integra os Terminais Portáteis de Dados (TPDs) usados pelas equipes operacionais durante os atendimentos.
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Durante o suporte à vítima, os agentes podem bloquear o aparelho subtraído a pedido do proprietário, que fornece os dados necessários. Além do bloqueio, o sistema permite localizar o dispositivo em tempo real, acionar um alarme sonoro ou, se necessário, apagar todos os dados do celular. Todas as operações realizadas ficam registradas pelos policiais.
Agilidade no atendimento da PM e as investigações

A Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação da Polícia Militar explica que a medida busca agilizar a resposta à vítima ainda no local do crime. Apesar da novidade, o boletim de ocorrência com o Imei do aparelho e as investigações continuam sendo etapas obrigatórias no processo.
O governador Tarcísio de Freitas destacou que “a segurança pública em São Paulo está avançando com tecnologia, integração e respeito ao cidadão”. “Essa parceria da PM com o Google é mais uma ferramenta importante para coibir o crime e proteger a população”, disse o político.
Segundo o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, a novidade reforça a integração entre tecnologia, inteligência e investigação policial para enfrentar roubos e furtos de celulares. Entre janeiro e abril de 2024, a capital registrou 24,7 mil aparelhos roubados, uma queda de 12,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
O Google anunciou também que o Brasil será o primeiro país com novos dispositivos de proteção automática. Entre eles, o Bloqueio de Detecção de Roubo, que utiliza inteligência artificial para travar a tela se o celular for arrancado da mão da vítima, e o Bloqueio Remoto, ativado no site android.com/lock apenas com o número do aparelho.
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O gerente de Parcerias Técnicas de Android do Google, Fabrício Ferracioli, explicou que “a ativação de fábrica do Bloqueio Remoto torna o recurso acessível de forma mais ampla, fazendo com que essa camada de proteção auxilie as pessoas a agirem rapidamente em caso de perda ou roubo”. “Essa medida reforça nosso compromisso em oferecer soluções cada vez mais seguras e intuitivas”, afirmou Ferracioli.
As orientações para utilização da nova tecnologia começaram a ser repassadas aos policiais militares nesta semana. Elas ampliam a capacidade de resposta imediata contra crimes envolvendo celulares no Estado.





































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