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São Paulo: polícia apreende 'pirâmide' com 300 quilos de cocaína

O prejuízo estimado ao crime organizado ultrapassa R$ 100 mil, de acordo com o valor de mercado da droga

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O entorpecente estava escondido na caçamba de uma caminhonete | Foto: Divulgação/PMESP

Uma operação de fiscalização realizada pela Polícia Militar Rodoviária do Estado de São Paulo (PMESP) interceptou um carregamento de 300 quilos de cocaína na região de Araraquara, no interior paulista, nesta quinta-feira, 19.

O prejuízo estimado ao crime organizado ultrapassa R$ 100 mil, de acordo com o valor de mercado da droga.

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O entorpecente estava escondido na caçamba de uma caminhonete, interceptada por equipes do Tático Ostensivo Rodoviário do 3º Batalhão, no quilômetro 267 da Rodovia Washington Luís.

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A ação foi resultado de trabalho de inteligência da polícia, com suporte da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em São Paulo, vinculada à Polícia Federal.

Durante a inspeção no veículo, os agentes encontraram dez fardos com 30 tabletes de cocaína cada um.

Os agentes prenderam o motorista em flagrante, sob acusação de tráfico de drogas e o levaram à delegacia, onde a ocorrência está sendo formalizada.

Operação pré-Carnaval apreende 250 quilos de drogas em São Paulo

Uma grande ofensiva policial, articulada às vésperas do Carnaval, levou à prisão de 245 suspeitos e à apreensão de 63 menores em diversas cidades do Estado de São Paulo.

A operação, desenvolvida pela Polícia Militar com apoio da Polícia Civil, teve como alvo o tráfico de drogas, resultando ainda na retirada de mais de 250 quilos de entorpecentes das ruas.

A Coordenadoria Operacional da Polícia Militar (Coordop) comandou a estratégia, mobilizando todos os batalhões, como Baep, Força Tática, Comando de Choque e Radiopatrulha.

Leia também: “A química do vício”, artigo de Dagomir Marquezi publicado na Edição 309 da Revista Oeste

Cada unidade seguiu um plano operacional próprio, com o objetivo de surpreender traficantes, realizar flagrantes e desmantelar pontos de venda identificados previamente por investigações de inteligência.

O uso de drones do projeto Olho de Águia, do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), permitiu o monitoramento permanente das áreas visadas, aumentando a eficácia das ações.

As equipes da Polícia Civil, por meio do Denarc e do Dope, também atuaram na repressão, reforçando o combate ao tráfico e a outros crimes no Estado.

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