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Rio de Janeiro inaugura hospital de campanha no Maracanã

Obra foi entregue com atraso pela gestão do governador Wilson Witzel

Foto: Governo do Estado do Rio de Janeiro

Obra foi entregue com atraso pela gestão do governador Wilson Witzel

Foto: Governo do Estado do Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro inaugura neste sábado,9, o Hospital de Campanha do Maracanã, que vai atender pacientes com covid-19 em estado grave. A obra foi entregue pelo governador Wilson Witzel (PSC) com 9 dias de atraso.

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O hospital vai funcionar na área externa do estádio e foi construído em 38 dias. A princípio, serão abertos 170 dos 400 leitos.

Segundo o portal G1, 50 leitos são de unidade de terapia intensiva e 120 de enfermaria. Os outros 230 ainda estão sendo finalizados e devem ser entregues até o dia 15 de maio.

Desde o início da pandemia, o governador fluminense prometeu 9 hospitais de campanha. Com o do Maracanã, apenas 2 foram entregues.

Nesta sexta-feira, 8, Wilson Witzel e o ministro da Saúde, Nelson Teich, visitaram as instalações. O custo total do empreendimento não foi divulgado pela gestão estadual.

A unidade do Maracanã é uma das seis que serão construídas pelo Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas). Como destacou a reportagem de capa da Oeste, o governo do Rio já empenhou R$ 1,5 bilhão sem licitação. O contrato mais volumoso é justamente com o Iabas, que custou nada menos que R$ 835,7 milhões.

Em troca dessa fortuna, a entidade comprometeu-se a gerir 1.400 leitos distribuídos pelos hospitais de campanha prometidos por Witzel. Embora os países europeus estejam fechando seus hospitais de campanha quatro meses depois das primeiras mortes, o contrato com o Iabas tem duração de seis meses. A despesa com cada leito alcançará R$ 3,3 mil por dia.

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1 comentário
  1. Wilson Pereira
    Wilson Pereira

    Como pode gastar uma puta grana em um lugar que será desfeito. Tudo corrido, 3x o valor real uma vergonha. O governo poderia ter usado um terreno publico, construído hospitais sólidos e que atenderiam mais pessoas no futuro para essas e possíveis outras epidemias que o planeta terá.

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