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PF realiza operação contra venda ilegal de canetas emagrecedoras

Ação contou com o apoio da Anvisa

A PF, junto com os fiscais da Anvisa, realizou a operação em Estados como Acre, Espírito Santo, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Roraima, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Santa Catarina | Foto: Divulgação/PF
A PF, junto com os fiscais da Anvisa, realizou a operação em Estados como Acre, Espírito Santo, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Roraima, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Santa Catarina | Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal (PF) desarticulou, nesta terça-feira, 7, uma rede de venda ilegal de canetas emagrecedoras. Batizada de Heavy Pen, a operação atingiu 12 Estados e contou com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os agentes cumpriram 45 mandados de busca e apreensão e 24 ações de fiscalização.

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A PF, junto com os fiscais da Anvisa, realizou a ação em Estados como Acre, Espírito Santo, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Roraima, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Santa Catarina.

Ações da PF focaram a produção clandestina

Os principais alvos são grupos suspeitos de atuar em todos os elos da produção e da venda clandestina, desde a importação irregular de insumos até a comercialização de medicamentos sem registro.

Entre as substâncias investigadas estão semaglutida e tirzepatida, recomendadas para obesidade e diabetes, além da retatrutida, que ainda não possui autorização para venda no país.

No decorrer das ações, laboratórios de manipulação, clínicas de estética e empresas suspeitas passaram por inspeção. Os agentes focaram a identificação de fabricação, fracionamento e venda de medicamentos de origem desconhecida ou sem registro sanitário.

Leia mais: “A boa ciência é que alimenta o mundo”, artigo de Antonio Cabrera publicado na Edição 293 da Revista Oeste

Segundo a PF, os itens apreendidos vão fortalecer inquéritos em curso. Os suspeitos poderão ser responsabilizados por crimes como falsificação de remédios, comércio irregular e contrabando. A corporação informou que o volume de medicamentos apreendidos saltou de 609 unidades em 2024 para 60 mil em 2025.

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