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Brasil

PF prende boliviana investigada por queda de avião da Chapecoense

A prisão foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal, que autorizou a extradição da investigada. Ela vivia refugiada no Brasil

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A prisão da controladora de voo foi realizada em Corumbá, Mato Grosso do Sul | Foto: Reprodução/Mídias sociais

A Polícia Federal (PF) prendeu em Corumbá, em Mato Grosso do Sul (MS), a controladora de voo Celia Castedo Monasterio, que vivia refugiada no Brasil alegando ser perseguida na Bolívia, depois de declarações sobre o acidente.

A funcionária foi responsável pela análise do plano de voo do avião que transportava a delegação da Chapecoense e jornalistas para a final da Copa Sul-Americana de 2016. A aeronave caiu momentos antes de pousar no Aeroporto Internacional de Medellín, na Colômbia, matando 71 pessoas.

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A controladora teria deixado de observar os procedimentos necessários para aprovação do plano de voo. O documento mostrou que o piloto decolou da Bolívia com destino à Colômbia sem combustível suficiente. Na época, ela foi denunciada por autoridades bolivianas com outros funcionários da empresa de viagens.

A decisão pela prisão foi do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, que também determinou a extradição da investigada. Na sentença, o ministro citou que Celia é “procurada pela Justiça boliviana para responder pela suposta prática do crime de atentado contra a segurança do espaço aéreo”.

De acordo com a PF, Celia permanecerá presa em Corumbá (MS) aguardando os trâmites para ser entregue às autoridades bolivianas.

Leia também: “Maior avião do mundo, Airbus A380 volta a voar no Brasil”

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3 comentários
  1. Eliel De Torres
    Eliel De Torres

    Com certeza os verdadeiros responsáveis continuarão livres, leves e soltos.

  2. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Deveria ter ido para um monastério, ficaria mais segura por lá.

    1. Paulo Renato Versiani Velloso
      Paulo Renato Versiani Velloso

      Prisão burocrática. A controladora poderia até ter verificado se havia ou não combustível suficiente, porém o dono da companhia que também era o piloto poderia muito bem burlar esse fato aí. Havia um motivo que não me recordo agora, que esses picaretas voavam com pouco combustível. A verdade é a seguinte: Deixaram de voar em uma companhia idônea para voar com esses picaretas apenas por motivo econômicos.

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