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Olimpíadas: judoca brasileira sofre derrota em 45 segundos na estreia

Natasha Ferreira foi eliminada logo na 1ª luta ao perder para a japonesa Natsumi Tsunoda, tricampeã mundial

'Estou muito feliz por ter oportunidade de lutar um Jogos Olímpicos', disse Natasha Ferreira. 'Espero que não seja o único.' | Foto: Miriam Jeske/COB
'Estou muito feliz por ter oportunidade de lutar um Jogos Olímpicos', disse Natasha Ferreira. 'Espero que não seja o único.' | Foto: Miriam Jeske/COB

Natasha Ferreira foi eliminada logo na 1ª luta das Olimpíadas ao ser derrotada pela japonesa Natsumi Tsunoda, tricampeã mundial. A derrota deste sábado, 27, impede a brasileira de disputar a repescagem pelo bronze. Tsunoda, favorita do duelo, aplicou um waza-ari aos 29 segundos e venceu por imobilização com 45 segundos restantes.

O waza-ari é um pontuação dada a um golpe que não atingiu a máxima eficiência para ser considerado um Ippon — este último considerado perfeito.

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A japonesa Tsunoda, atual número 4 do ranking mundial, busca sua primeira medalha olímpica. Já Natasha Ferreira, de 25 anos, ocupa a 26ª posição.

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Em entrevista à TV Globo, a judoca brasileira comentou a experiência de participar das Olimpíadas de Paris. “Não são 4 anos que a gente luta, é uma vida inteira”, disse. “Classificar realmente é difícil. Estou muito feliz por ter oportunidade de lutar um Jogos Olímpicos. Espero que não seja o único. Vou lutar bastante, porque quero estar em Los Angeles e que o resultado seja muito diferente do que foi aqui.”

Estilo woke das Olimpíadas vira alvo de críticas

Depois de três horas de um espetáculo no Rio Sena, a pira olímpica foi acesa pelo judoca Teddy Riner e pela atleta Marie-José Pérec, ambos franceses. Eles receberam a tocha de um homem mascarado, cujo personagem acompanhou toda a cerimônia, realizada nesta sexta-feira, 26, movimentando-se pela ruas da cidade.

O público presente, de cerca de 320 mil pessoas, assistiu a diversas apresentações artísticas ao ar livre, apesar da chuva em Paris.

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A cerimônia durou cerca de quatro horas. O mistério sobre o portador da tocha olímpica foi revelado no final, quando surgiram Riner e Marie-José. Antes a tocha passou pelas mãos de lendas do esporte, como Rafael Nadal e Zinedine Zidane. Riner é tricampeão olímpico (2012, 2016 e 2020), enquanto Marie-José ganhou três ouros olímpicos no atletismo – dois nos 400m (1992 e 1996) e um nos 200m (1996).

Clique aqui para ler a reportagem completa sobre a abertura woke das Olimpíadas.

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