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Nordeste bate recorde em geração de energia eólica

Julho é conhecido como o mês da safra de ventos na região

energia elétrica
Torres de geradores de energia eólica no Rio grande do Norte. Natal (RN) 08-11-2012 | Foto: Miguel Ângelo/CNI

Em 8 de julho, o Nordeste bateu novo recorde de geração instantânea (pico de produção) de energia eólica. As informações são do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Na data, o Nordeste bateu 14.167 megawatts (MW) de energia elétrica de origem eólica gerados em um minuto. Isso corresponde à 123% do consumo de eletricidade da região por minuto. Ou seja: naquele momento, a produção superou em 23% toda a demanda local.

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Dias depois em 12de julho, às 10h28, o Nordeste bateu outro recorde em energia sustentável. O de geração instantânea a partir de energia solar, produzindo 2.963 MW com essa fonte. Esse volume equivale a 27,5% de todo consumo elétrico da região naquele minuto. Os dados ainda estão em fase de validação pela ONS.

Nordeste tem mês de safra eólica

O mês de julho na região é conhecido tradicionalmente como safra dos ventos. Desse modo, a ONS não descarta a possibilidade de que a marca seja superada nas próximas semanas.

Ao longo desse período, o litoral do Nordeste tem um regime de ventos mais fortes, impulsionando a produção. Esse foi o primeiro recorde de geração instantânea de energia eólica registrado em 2022.

Segundo a versão mais recente do Boletim Mensal de Energia, do Ministério de Minas e Energia, a participação da fonte eólica na matriz energética deverá aumentar de 10,6% em 2021 para 11,9% em 2022. A porção solar deverá subir de 2,5% para 3,9% na mesma comparação.

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5 comentários
  1. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    SUGIRO a OESTE fazer um tabela de/com a correlação entre métricas que EU (e 99% das pessoas que tem um noção de MW) estamos acostumados a “olhar e comparar CORRETAMENTE”
    Simplesmente NÃO consigo fazer a comparação entre “essas energias” e saber qual é realmente a mais vantajosa.
    TÔ sentindo-me ENGANADO por essas, sistêmicas, informações enviesadas das “eólicas”.

  2. Jota Dabliu
    Jota Dabliu

    Eu bato nesta tecla: energia não se “produz”, o que fazemos é aproveitar uma forma obtida a partir de outra. Neste ponto podemos responder a questão: podemos estocar vento? Sim, Dilma tinha razão.

    Através do reservatório (ou bateria, se preferem) de energia gravitacional ou potencial.

    Não havendo consumo da eletricidade gerada na turbina, este excedente gira um motor elétrico que levanta apropriadamente, uma carga de peso cavalar.

    Aumentou o consumo, lá vai o peso para baixo girando um gerador, por sinal o mesmo que o elevou.

    Tem sentido economico?. Calcule-se.

  3. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Julho e Agosto, são os meses dos ventos… tempo de empinar pipa,isso daí qualquer moleque sabe e muito bem eu só não sei se esse pico de energia coincide com o pico de consumo, Portanto pode uma turbina dessas estar “rodando no vazio” mesmo estando a rede de distribuição interligada por todo o sistema. Numa turbina hidraulica, se pode regular a potência gerada apenas fazendo girar um dispositivo que regula a vazão e isso é feito de forma automática, o que não acontece com essas turbinas eólicas.

  4. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Julho e Agosto, são os meses dos ventos… tempo de empinar pipa,isso daí qualquer moleque sabe e muito bem eu só não sei se esse pico de energia coincide com o pico de consumo, Portanto pode uma turbina dessas estar “rodando no vazio” mesmo estando a rede de distribuição interligada por todo o sistema. Numa turbina hidraulica,

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