O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma apuração para examinar possíveis consequências socioambientais geradas pelo show da cantora norte-americana Mariah Carey realizado em Belém, capital do Pará no último mês, sobre uma estrutura flutuante no Rio Guamá. A informação é da revista Veja.
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A Procuradoria da República no Pará instaurou um inquérito civil com o objetivo de identificar se comunidades tradicionais próximas sofreram algum tipo de impacto, em razão do evento.
No centro da investigação está a alegação de que não houve consulta prévia, livre e informada às populações afetadas pelas atividades do Amazônia Live, conforme relatado pelo MPF.
O show de Mariah Carey no Brasil

Mariah Carey realizou, em 17 de setembro de 2025, um espetáculo em Belém. O show ocorreu sobre uma estrutura flutuante montada no Rio Guamá, em formato de vitória-régia, uma vegetação-símbolo da Amazônia. O evento integrou o projeto “Amazônia Live — Hoje e Sempre”, uma iniciativa dos criadores do Rock in Rio e do The Town, sob o pretexto de união entre música e conscientização ambiental, em defesa da Floresta Amazônica.
Com cerca de 25 metros de diâmetro e mais de 80 toneladas, a projeção do palco tentou fazê-lo parecer parte do rio. Mariah cantou grandes sucessos de sua carreira, como Hero, We Belong Together e Without You. A apresentação combinou iluminação cênica, projeções sobre a água e coreografias inspiradas na natureza local. O show foi gravado para exibição internacional e transmitido por plataformas digitais.
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Além disso, houve a celebração da escolha de Belém como sede da COP30, prevista para o próximo mês. O evento marcou a volta de Mariah Carey ao Brasil depois de mais de uma década






































Não era de colocar um cantor, cantora ou banda brasileira para cantar?
Que fiasco!