A juíza Celina Kiyomi Toyoshima, da 4ª Vara da Fazenda Pública, suspendeu o projeto que pretendia transformar a Avenida São João, no centro de São Paulo, em um corredor de telões luminosos inspirado na Times Square, de Nova York. A decisão liminar barra o início de qualquer obra, reforma ou fixação de painéis de LED nos prédios da região por tempo indeterminado.
+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste
Receba nossas atualizações
A magistrada aceitou os argumentos de uma ação popular sobre os supostos riscos da instalação e justificou o veto com base no tamanho do projeto, no impacto na vizinhança e no potencial de dano ao cotidiano de toda a população local. O despacho anula de forma imediata o acordo firmado entre a prefeitura paulistana, a gestão estadual e o grupo de empresários interessados na exploração publicitária do espaço.
Prédios históricos livres de telões comerciais
O veto judicial congela os trabalhos de fixação de estruturas de ferro e fiação elétrica nas fachadas dos edifícios Cine Paris República, Herculano de Almeida, Galeria Sampa e New York. A canetada da juíza também proibiu a transmissão de projeções de imagens nas paredes do Edifício Independência II. A empresa responsável pelo negócio planejava usar a publicidade eletrônica como moeda de troca pelo dinheiro investido no projeto.
A proposta de parceria previa a intervenção urbana em um espaço de 42 mil metros quadrados localizado entre o Largo do Paissandu e a Praça Júlio Mesquita. A empreiteira parceira prometia restaurar frentes de prédios históricos, instalar bancos novos nas calçadas e plantar árvores na região do centro histórico.
O Poder Judiciário mandou a prefeitura e o governo de São Paulo entregarem toda a papelada do negócio em um prazo curto. Os réus precisam apresentar a cópia inteira da minuta do termo de cooperação assinado com os empresários, as atas de reuniões secretas, as avaliações dos engenheiros e os relatórios das audiências públicas feitas com os moradores do bairro. A prefeitura defende o projeto como uma vitrine de revitalização para atrair turistas, reaquecer o comércio e trazer dinheiro para a segurança da região central.
Para a vereadora Amanda Vettorazzo (União Brasil), a decisão é “um verdadeiro escárnio”. “Os argumentos dados na liminar são tão vagos e genéricos que, na prática, impedem o Executivo de fazer qualquer alteração urbana na cidade sem justificativa alguma”, afirma.
Leia também: “‘Vai ter criança, sim’, diz presidente da Parada LGBT sobre projeto da Câmara de São Paulo”








































Acabei de visitar na semana passada a Time Square de Toronto e a de Nova York, pontos restritos localizados nessas cidades que criaram um mega negócio de entretenimento em empreendedorismo que valoriza o local, atrai público, fomenta negócios, dá emprego e gera valor para todos. Esse país virou um puteiro mesmo, onde juizecos decidem um monte merda e desembargadores vão visitar assassino esposa como no caso do tenente coronel da PM. Eu teria vergonha de ser um juiz desse TJ de SP.
Inexplicável decisão mas sabemos a aparelhagem que a justiça tem hoje no Brasil , ar de pêsames para essa juíza .
Ridícula decisão , infelizmente não se fazem mais juízes como há 50 anos atrás , esquerda desgraçando o Brasil.
Mais uma atrasando o Brasil com decisões ridículas e obtusas
Gostaria que a aparelhada justiça Paulista fosse tão rápida e prestativa para /em ceder liminares de suspensão para os constantes ABUSOS e TRANSGRESSÕES que os Sindicos dos edifícios residenciais de SAMPA fazem para permitir e incentivar A EXPLORAÇÃO de AIRBNB !
Estou a 2 anos aguardando o cumprimento de sentença favorável para intimação AR e obrigar o síndico a bloquear essa prostituição e consumo de drogas que está atividade em prédios residenciais produz.
Quanto o AIRBNB está pagando para esses juízes sentarem nas decisões já proferidas!?!
TJSP precisa de reforma e mais CNJ atuante .
TJSP Vergonha,