Depois de análise da 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), ficou mantida a condenação do empresário e político Pablo Marçal no caso do acidente de trabalho que resultou na morte de Celso Guimarães Silva, de 49 anos, durante serviço prestado à Marçal Participações Ltda.
O julgamento virtual, ocorrido em outubro, rejeitou o recurso apresentado pela defesa do empresário. O colegiado decidiu que o depoimento do colega de trabalho de Celso era válido, contrariando o argumento de que haveria amizade íntima entre testemunha e vítima.
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Segundo a desembargadora-relatora Cândida Alves Leão, a relação profissional não invalidava o testemunho, conforme publicado nesta terça-feira, 22.
Detalhes do processo contra Pablo Marçal

A Justiça ainda afirmou que o recurso apresentado por Marçal buscava apenas atrasar o processo e, por isso, aplicou multa à empresa. Agora, com a soma da indenização por danos morais, materiais e as correções, a Marçal Participações terá de pagar aproximadamente R$ 2,4 milhões à família e aos advogados. Celso deixou mulher e três filhos.
Apesar da decisão, ainda é possível recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST). O canal CNN procurou a assessoria de Pablo Marçal, mas não obteve resposta. O acidente que vitimou Celso aconteceu em junho de 2023, em Alphaville, região de Barueri e Santana de Parnaíba (SP).
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Ele atuava na desmontagem de um cinema quando sofreu choque elétrico e caiu de uma altura de 4 metros. O Samu realizou o socorro, levando a vítima ao Hospital Municipal de Barueri, onde faleceu.
Laudo da Polícia Civil revelou que o local apresentava riscos, como fiação elétrica sem isolamento adequado e falta de estrutura para equipamentos de segurança. A Justiça também considerou o vídeo gravado por Celso no hospital e relatos de outros funcionários como provas das condições inseguras.
Desdobramentos judiciais
Inicialmente, o caso havia sido julgado improcedente pela 5ª Vara do Trabalho de Barueri, mas a 2ª Turma do TRT-2 reverteu a decisão depois de recurso apresentado pelo advogado da família, Eduardo Barbosa, especialista em indenizações.
Celso era maquinista conhecido no setor audiovisual e trabalhou em produções como Tropa de Elite (2007). O advogado da família, Eduardo Lemos Barbosa, disse à CNN que “não tem nada a declarar”.
Ao comentar a condenação em segunda instância, Pablo Marçal afirmou: “Uma vergonha! O processo é de uma empresa de locações. Quem foi condenada foi a empresa, não eu.”





































Se fosse funcionários de juízes ,era improcedente. Kkkkk