A Prefeitura de Jundiaí (SP) confirmou uma morte causada por intoxicação com metanol. O caso ainda não entrou no balanço oficial do governo estadual, que registra cinco mortes e 28 casos confirmados da mesma causa.
A Secretaria Municipal de Promoção da Saúde informou que intensificou as fiscalizações em bares, adegas e distribuidores. A vigilância sanitária tenta identificar e conter a circulação de bebidas adulteradas no município.
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O governo de São Paulo já contabiliza 57 prisões por envolvimento na venda irregular de bebidas alcoólicas adulteradas com metanol. Só nesta terça-feira 14, a Polícia Civil prendeu seis pessoas durante nova etapa da Operação Poison Source, que investiga falsificação e adulteração de bebidas em larga escala.
A ofensiva atingiu diversos municípios paulistas. Policiais cumpriram 20 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Santo André, Poá, São José dos Campos, Santos, Guarujá, Presidente Prudente e Araraquara. Uma pessoa também foi detida por porte ilegal de arma.
Governo mantém gabinete para investigar contaminações por metanol
O governo estadual mantém um gabinete de crise para coordenar as ações contra a contaminação. A Secretaria de Estado da Saúde atualizou os dados na segunda-feira 13. Agora, o Estado registra 28 casos confirmados de intoxicação por metanol e cem ocorrências ainda em investigação.
Especialistas descartaram 246 suspeitas. A partir desta semana, a equipe divulgará os boletins oficiais às segundas, às quartas e às sextas-feiras.
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A primeira fase da operação resultou na prisão de um dos principais falsificadores do país. Desde então, as ações ganharam ritmo, com apoio da 1ª Delegacia de Investigações sobre Furtos e Roubos de Veículos, vinculada ao Departamento Estadual de Investigações Criminais. Cerca de 150 policiais civis atuam na operação.






































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