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Haddad e Dweck marcam reunião para evitar greve de servidores 

Mais de 40 instituições pressionam governo por reajuste salarial

Fernando Haddad
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck querem conter greves em instituições federais | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Diante de uma possível onda de greves de servidores públicos federais, o Palácio do Planalto agendou uma reunião extraordinária com representantes de diversos órgãos. O encontro está marcado para a quarta-feira, 10.

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Existe no funcionalismo público uma insatisfação generalizada por causa dos salários, que os servidores consideram defasados. A paralisação seria uma forma de pressionar o governo Lula (PT) a fazer reajustes nos vencimentos. 

A decisão de marcar a reunião partiu de um encontro, no último fim de semana, do qual participaram a ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

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Servidores de pelo menos 40 instituições federais pressionam o governo. Apesar de agendar a reunião extraordinária para tratar dessas demandas salariais, Haddad já adiantou que é “impossível falar em reajuste real ainda neste ano”, segundo a CNN.

Em 2023, os servidores tiveram um acréscimo de 9% nos seus proventos. Agora, o ministro pretende mostrar que as contas do governo não permitem bancar novos aumentos.

Institutos federais em greve 

As categorias que mais insistem nos reajustes e já mostraram a intenção de realizar greves são os professores do ensino superior. Funcionários dos institutos federais e técnicos das universidades públicas já fizeram uma paralisação das atividades.

Instituto Federal de Mato Grosso
Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), um dos que aderiu à greve | Foto: IFMT/Divulgação

Com isso, quase 300 campi de institutos federais interromperam as atividades na última segunda-feira, 8. Ainda não há previsão de retorno dos serviços.

Na mesa de negociações dos que ameaçam uma greve estão benefícios como auxílio-alimentação, creche e saúde, para 2024, e aumento de salário de 4,5% em 2025 e 2026.

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2 comentários
  1. Christian
    Christian

    Plantaram o L, agora colham os frutos podres desta plantação.

  2. Judson Franchi
    Judson Franchi

    Muitos desses locais são aqueles que a esquerdalha sempre apossou considerando ser propriedade sua.
    Porém assim não o é nem jamais será.
    Reclamam de salário e cadê as contrapartidas?
    Nós, advindos da iniciativa privada onde aprendemos e praticamos o labor produtivo aguardamos a correção da tabela do IR. Até agora nada e a massa falida do L quer primazia. Nada disso. Perdeu mané.

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