A Defesa Civil do Estado de São Paulo atualizou para esta terça-feira, 16, a previsão do tempo e alertou para a intensificação das instabilidades em razão de uma frente fria pela costa paulista. Desde as primeiras horas do dia, há registro de pancadas de chuva em diferentes regiões. O cenário, contudo, tende a se agravar entre a tarde e o período da noite. Deve haver temporais mais generalizados.
De acordo com o órgão, o sistema frontal favorece a formação de nuvens carregadas, capazes de provocar chuva de forte intensidade, descargas elétricas e rajadas de vento. Os maiores volumes são esperados para a faixa litorânea, com destaque para a Baixada Santista e o Litoral Norte. Nesses locais, os acumulados elevados aumentam o risco de alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra, sobretudo em áreas de encosta e comunidades mais vulneráveis.
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Frente fria: novo transtorno nas cidades
No interior e na Região Metropolitana de São Paulo, a previsão também indica episódios de chuva intensa em curto intervalo de tempo, o que pode desse modo causar transtornos no trânsito, queda de árvores e interrupções pontuais no fornecimento de energia elétrica. A Defesa Civil recomenda atenção redobrada durante as tempestades, principalmente em áreas urbanas com histórico de alagamentos.
Na quarta-feira 17, o deslocamento da frente fria reduz a intensidade das chuvas em grande parte do Estado. O principal efeito passa a ser a queda nas temperaturas, associada à entrada de uma massa de ar mais frio. Na capital paulista, a máxima deve ficar em torno de 22 °C, com sensação térmica mais baixa, especialmente nas primeiras horas da manhã e à noite.
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A Defesa Civil orienta a população a evitar a travessia de áreas alagadas, assim como manter distância de encostas e estruturas instáveis Além disso, recomenda o acompanhamento de alertas emitidos pelos canais oficiais. Em caso de emergência, a indicação é ligar para o telefone 199.
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A VELHA IMPRENSA ESTATIZADA SUBESTIMA OS NEURÔNIOS DO SEUS ASSINANTES
Uma imprensa servil, viciada no ópio financeiro do Desgoverno Lula 3, não só perde credibilidade, como vê sumindo aos milhares, quiçá milhões de assinantes que tentaram manipular com gerigonças verbais e malabarismos retóricos. De costas para os assinantes, ESTADÃO, FOLHA, VEJA, UOL e BLOGs pagos com dinheiro do povo perderam totalmente a razão e deveriam ao menos alinharem as manchetes, já que servem ao mesmo senhor. O Governo. Vejam o bate cabeça. ESTADÃO diz que “ O Congresso não é inimigo do povo ” mas a FOLHA, com a virulência que lhe caracteriza, crava que o “ Congresso ‘inimigo’ é retrato do povo, que elegeu quem está lá.” Essa escumalha do jornalismo precisa ao menos aprumar o xote, de maneira que não fique tão clara a venalidade das suas pobres almas. Mas piora. Nas MINIFESTAÇÕES do último domingo, as fotos em ângulos muito fechados deixam claro que “ artistes “ bradarem SEM ANISTIA com os alforges cheios com dinheiro dos esfolados pagadores de impostos através da Lei Rouanet é muito fácil. Gostaria de vê-los falando SEM ROUANET. Desprovidos de talento, independência e amor próprio, fazem o que seus donos lhes mandam fazer. Não tendo talento e respeito do povo, não bancam os próprios espetáculos como o Ney Matogrosso, sucesso absoluto onde quer que vá, sem as muletas da Lei Rouanet. A tal Cissa Guimarães, com salário de R$ 100.000,00 todos mês sente-se confortável sendo sabuja do REGIME e também vomita o SEM ANISTIA, protagonizando micos sucessivos, já que desimportante no próprio ofício, o TRAÇO DE AUDIÊNCIA na TV ESTATAL. Aí aparece uma senhora de nome Bianca Santana, ESPECIALISTE em clima. “ Enfrentar a emergência climática exige mais do que tecnologia e inovação verde. É fundamental estruturar sistemas capazes de proteger pessoas antes, durante e depois dos eventos.” Sabemos que o pano de fundo é o interesse financeiro e nada mais das mesmas ONGs e globalistas podres, NEGACIONISTAS JURAMENTADOS DO CLIMA. Muito tempo atrás era a CAMADA DE OZÔNIO, ROMBO NA CAMADA DE OZÔNIO, EFEITO ESTUFA, AQUECIMNTO GLOBAL, agora é EMERGÊNCIA CLIMÁTICA, coisa de quem muda a coleira, mas a CACHORRADA é a mesma. Dona Bianca, vamos pensar fora da sua bolha ideológica/financeira? O globo terrestre tem 71% de Oceanos e Mares, 29% de Continentes. Desses 29%, 16% são Desertos e Terras Geladas, 7% de Florestas Tropicais e Boreais. Sobram então, senhora ESPECIALISTE, Dona Bianca, 6% de toda área do globo terrestre sob o domínio do homem malvadão, e nesses 6% estão os países que que financiam a senhora, a agricultura que alimentam a senhora e até sua recreação. Como é que com tão pouca área o ser humano pode MANIPULAR TODO CLIMA DO PLANETA TERRA? A senhora, para não pagar mais micos e ter alguma credibilidade com seus já raríssimos leitores, falar com as ONGs provedoras da senhora, Greenpeace, WWF, Friends of the Earth, Rainforest Alliance, Clean Air Task Force, que a MALANDRAGEM CLIMÁTICA que a narrativa cansou, flopou, desacreditou-se. Sei que talvez a senhora não tenha autorização para escrevinhar o que não seja agradável a seus provedores, mas a TERRA ESTÁ ESFRIANDO E NÃO AQUECENDO e a lorota da SUSTENTABILIDADE é só mais uma ARAPUCA CLIMÁTICA. Sugiro à senhora, se sua honestidade chegar a tanto, o leitura do artigo “ Ciclos climáticos e causas naturais das mudanças do clima “, publicado em 22/01/2018 pela UNICAMP, que lhe lembro, não é “ bolsonarista “ ou negacionista climática. Resumo. “A periódica mudança climática na Terra pode ser explicada por um número reduzido de fatores terrestres e astronômicos. Nas escalas anual/diária, o clima obedece aos movimentos de translação e de rotação. Ciclos climáticos de períodos médios (décadas/séculos/milênios) relacionam-se a mudanças na radiação solar, provocadas pela influência de grandes planetas do Sistema Solar. As oscilações oceânicas (ordem decadal) são possivelmente causadas por influências planetárias e lunares. Ciclos climáticos longos (dezenas a centenas de milhares de anos) são causados por variações nos parâmetros da órbita da Terra (excentricidade, obliquidade e precessão). Eventos de impacto de grandes corpos no planeta e extinções em massa de espécies advêm de superciclos (dezenas de milhões de anos) provocados pela oscilação vertical do Sistema Solar em relação ao plano galáctico. Tectonismo, vulcanismo e a evolução de supercontinentes exibem superciclos (centenas de milhões de anos) induzidos pelo deslocamento do Sistema Solar ao redor do centro da Via Láctea e pela variação de raios cósmicos. Fatores astronômicos permeiam praticamente todas as ordens dos ciclos climáticos e atuam direta ou indiretamente nos processos bio-geo-oceânico-atmosféricos. Conclui-se que o clima na Terra é caracterizado por ciclos controlados astronomicamente pela Lua, o Sol, os planetas, o Sistema Solar e, até mesmo, a Galáxia.”