Mais de 50 alunos da Universidade de São Paulo sofreram um prejuízo coletivo estimado em R$ 170 mil depois de confiarem a uma agência de Franca, no interior paulista, a organização de uma viagem à Bahia.
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A Kairós Viagens & Peregrinações, responsável pelo pacote turístico, fechou as portas antes de cumprir o combinado com os estudantes de medicina. O jornal O Estado de S. Paulo divulgou as informações nesta terça-feira, 26.
Os universitários, todos do 3° ano da graduação, planejaram a viagem para o fim deste ano e pagaram antecipadamente pelos serviços. No entanto, em julho, a agência suspendeu as operações. No mês seguinte, avisou aos clientes que não conseguiria realizar o passeio.
Agência nega estelionato e cita “crise operacional de grande magnitude”
Em resposta ao grupo, a Kairós afirmou que enfrenta uma crise financeira e que teve as contas bancárias bloqueadas, o que impediria a realização de reembolsos. A empresa já ressarciu parcialmente os pagamentos feitos por cartão de crédito, totalizando cerca de R$ 50 mil até o momento.
“A situação não se configura como um ato de má-fé ou negligência”, justificou a Kairós em nota. “Mas sim uma crise operacional de grande magnitude, resultante de eventos externos e que está sendo tratada com a máxima seriedade e transparência.”
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A agência acrescentou que “o presente cenário se configura como um ilícito civil, decorrente de falha na prestação de serviço por parte de terceiros, e não como estelionato ou ‘golpe’”.
Os estudantes ainda não informaram quantos conseguiram reaver parte do valor nem quais medidas legais adotaram até agora.






































Todo o ano isto se repete…