publicidade
Brasil

Estados que não seguirem plano nacional poderão ficar sem doses, diz Saúde

Mais cedo, governo de São Paulo anunciou calendário de vacinação de pessoas acima de 60 anos com a dose de reforço

volta às aulas
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga | Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

No dia em que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou o calendário de vacinação de idosos com a terceira dose contra a covid-19, o Ministério da Saúde divulgou uma nota oficial em que afirma que não poderá garantir a entrega de doses suficientes aos Estados que não seguirem o cronograma e as diretrizes do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO) do governo federal.

Segundo o plano divulgado pela pasta no fim de agosto, o início da imunização de idosos com a chamada dose de reforço seria no dia 15 de setembro. Em São Paulo, de acordo com o calendário definido por Doria, a nova etapa começa já no dia 6.

Receba nossas atualizações

Leia mais: “SP anuncia calendário da primeira etapa de vacinação com 3ª dose”

“O Ministério da Saúde adverte que não garantirá doses para os Estados e municípios que adotarem esquemas vacinais diferentes do que foi definido pelos representantes da União, Estados e municípios no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19”, diz a nota oficial divulgada pela pasta.

“As decisões sobre a aplicação das doses de reforço para idosos e a adicional para imunossuprimidos, redução de intervalo entre as doses, intercambialidade de vacinas, vacinação de gestantes e adolescentes, entre outras, são baseadas em evidências científicas, ampla discussão entre especialistas, cenário epidemiológico, população-alvo, disponibilidade de doses e autorização de órgãos regulatórios, como a Anvisa”, prossegue o texto.

Leia mais: “Doria anuncia vacinação com a 3ª dose a partir do dia 6 de setembro”

Na nota, o ministério afirma ainda que “essas alterações nas recomendações do PNO podem influenciar na segurança e eficácia das vacinas na população e podem ainda acarretar a falta de doses do Plano Nacional de Vacinação para completar o esquema vacinal na população brasileira”.

Em São Paulo, como Oeste noticiou mais cedo, o público-alvo serão as pessoas de 60 anos ou mais que tomaram a segunda dose ou a dose única há mais de seis meses, além dos imunossuprimidos maiores de 18 anos.

Leia também: “Doria contradiz Doria sobre 3ª dose da vacina contra a covid-19”

3 comentários
  1. Luigy
    Luigy

    Queiroga manda o “calcinha apertada ” calar essa bocarra, ou melhor, fechar essa latrina…

  2. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Corretíssimo, o mau caráter Doria esta sempre querendo o destaque de sair na frente e propõe vacinar crianças e adolescentes de 12 a 17 anos com a sua vacina CORONAVAC sequer testada nessa faixa etária e que tampouco tem registro definitivo no pais. Pior ainda é ter apoio de sua equipe de “CIENTISTAS” inclusive do diretor do Butantã.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade